14 jun Conheça o fator de SEO que pode colocar o seu blog no topo do Google em 2016

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Criar bons posts e conseguir o primeiro lugar no resultado das buscas do Google é um desafio e tanto.

E a gente te entende.

Afinal, os fatores de ranqueamento são alterados e atualizados quase diariamente. E a concorrência só está crescendo, já 7 em cada 10 empresas brasileiras utilizam Marketing de Conteúdo.

Mas será que não existe um dos fatores de SEO que tem mais peso na hora de avaliar as páginas?

Hoje, nós vamos te contar o principal fator que você deve se preocupar em 2016 e que vai fazer toda a diferença na hora de ranquear as suas páginas e atrair tráfego orgânico para o seu blog.

Vamos começar falando mais sobre a experiência do usuário para o Google, como ela influencia seu blog e seus leitores.

Boa leitura!

A experiência do usuário para o Google

A famosa UX (user experience) passou a ser o foco dos bots do Google quando eles entenderam que as técnicas de black hat não contribuem em nada para o leitor se informar.

Desde então, algumas métricas passaram a ser mais relevantes na hora de avaliar se aquela página tem conteúdo que realmente importa:

Bounce rate e time on page.

Uma está muito ligada com a outra, já que um bounce é medido em um espaço de 30 segundos.

Para o Google, quanto mais tempo um usuário passa em determinada página, maior é a relevância daquele conteúdo para os leitores.

Mas você está conseguindo fazer isso nas suas páginas?

Manter o usuário no seu blog post é indispensável para conseguir conversões em CTA’s, downloads de ebooks e leads.

Agora sim, vamos fator qual é o fator de SEO que você precisa se preocupar em 2016?

O fator de SEO que importa: tempo de permanência na página

O tempo de permanência do usuário em uma página diz muito sobre aquele conteúdo.

Ele realmente é importante?

O que ele diz é relevante para quem está lendo?

Vamos imaginar que um dos seus posts tem o seguinte título: Como construir uma casa de boneca.

Nele, você ensina em um passo a passo sobre como construir casas de boneca para crianças brincarem.

Ao mesmo tempo que você está ranqueando muito bem para essa palavra-chave, o Google Analytics mostrou que você também está ranqueando para como construir uma casa.

Porém, os visitantes que chegam através da primeira keyword ficam cerca de 3 minutosconsumindo o seu conteúdo e tem um bounce rate de 50%.

Os que chegam através da segunda palavra-chave tem um tempo médio de permanência de 1 minuto e um bounce de quase 90%!

Mas o que isso significa para o Google?

Significa que o seu conteúdo é muito mais relevante para quem está a procura de casas de boneca do que casas de tijolo e cimento (ou madeira).

Automaticamente, você vai ranquear melhor para a palavra-chave que te interessa e vai ser esquecido por aquela que não traz tráfego qualificado para o seu blog.

Mas para melhorar o tempo de permanência dos leitores na sua página, ainda podemos usar algumas técnicas bem interessantes para manter o leitor que realmente está interessado no  assunto engajado.

Vamos ver como?

3 maneiras de melhorar o tempo de permanência na sua página

Mesmo que o usuário que chegou até o seu post esteja interessado no tema principal, pode ser que o leitor não considere aquele conteúdo tão atrativo assim.

Por que ele não acha esse conteúdo atrativo?

Porque ele é um bloco compacto de texto, ou não tem intertítulos atrativos, ou o conteúdo não tá escrito de uma maneira clara e didática.

Precisamos levar a ideia de storytelling e escaneabilidade para outro patamar para melhorar o tempo médio de permanência das suas páginas.

E o que isso vai fazer de bom para nossos posts?

Aumentar o tempo de permanência dos usuários nas suas páginas é mostrar para o Google que o seu conteúdo é relevante, que os leitores aprovam esse material e que o buscador precisa mostrá-lo para cada vez mais pessoas.

Para auxiliar nesse processo, separamos 3 maneiras simples e efetivas de melhorar o average session duration dos seus posts.

1. Frases de conexão (a técnica do bucket brigade)

Bucket brigade é uma expressão que teve origem nos primeiros combates a incêndio (provavelmente na Inglaterra).

Uma pessoa passava um balde para a outra e assim por diante, até chegar na que estava mais perto do fogo.

Mas como aplicamos isso para o marketing de conteúdo?

Imagine que em um determinado ponto do seu texto, o leitor começa a ficar desinteressado.

Por algum motivo, aquela frase ou parágrafo não é tão atrativa como as anteriores.

Para manter o leitor engajado e motivado para ler o resto do texto, insira as frases de conexão.

Sempre que você encontrar uma parte do post onde o leitor pode pensar em voltar para a página anterior, coloque uma frase que vai motivá-lo a continuar a leitura.

Você pode não ter percebido, mas acabamos de fazer isso.

Veja em:

Bucket brigade é uma expressão que tem origem nos primeiros combates a incêndio (provavelmente na Inglaterra).

Uma pessoa passava um balde para a outra e assim por diante, até chegar na que estava mais perto do fogo.

Mas como aplicamos no marketing de conteúdo? “

Começamos a falar de incêndios e de pessoas passando baldes umas para as outras.

Isso não é exatamente importante para o que fazemos no nosso dia a dia, certo?

Mas ao terminar de explicar o que é o bucket brigade vem o que realmente importa:

Como aplicamos isso no marketing de conteúdo?

Afinal, é o que realmente importa, não é mesmo?

A partir dessa frase, o texto passa a mostrar quais são as aplicações práticas da ideia, onde realmente importa — na sua estratégia de marketing de conteúdo.

Mais algumas ideias de frases de conexão que você pode inserir ao longo do texto:

  • Mas como você vai usar isso?
  • E sabe qual é a melhor parte?
  • Por que isso é importante?
  • Mas não para por aqui…
  • E como isso vai ajudar o seu negócio?

2. Intertítulos com benefícios claros

Você já está careca de saber que os intertítulos são indispensáveis para bons posts.

Afinal, você prefere ler um bloco sem fim de texto, ou um conteúdo bem organizado e dividido em partes?

Se conhecemos bem nossos leitores, é a segunda opção!

Mas nem sempre intertítulos são geniais.

É muito comum textos serem separados por headlines como: Palavra-chave, SEO, redes sociais. Esses intertítulos não dizem nada de relevante.

Então, como atrair a atenção do leitor e manter o conteúdo organizado?

Com intertítulos que deixam claro quais sãos benefícios daquela parte do texto.

Continuando com o mesmo exemplo de antes, você prefere ler um conteúdo que é definido como “palavras-chave”, ou um que diz “Porque o sucesso da sua estratégia de conteúdo depende de boas palavras-chave” ?

Um benefício claro significa respostas mais rápidas e leitores engajados.

Você sabe o que vai encontrar ali, porque aquela parte do conteúdo é relevante e, o mais importante, porque você não deve sair daquela página de jeito nenhum!

3. A fórmula do APP

Não, não estamos falando de usar um aplicativo para melhorar seus textos.

A fórmula do APP é uma maneira de atrair a atenção do leitor logo que ele abrir o seu texto.

Mas porque isso importa?

Porque, segundo o Google, o tempo que você tem para conquistar aquele usuário é de 2 segundos.

Não são 10, não são 5. São 2 segundos.

É pouco tempo e precisamos usá-lo com sabedoria.

A introdução de posts costumam ser o divisor de águas tanto de bons textos, quanto da decisão do leitor de continuar ou não lendo aquele material.

O próprio Google considera as 100 primeiras palavras cruciais para a qualidade de um texto (tanto pelo teor geral quanto pela presença da palavra-chave principal do post).

Então você precisa caprichar na introdução.

A fórmula do APP significa: Agree, Promise e Preview.

Na prática, isso significa que você precisa concordar com o seu leitor, prometer uma solução viável e dar uma amostra do que está por vir.

Isso tudo na introdução do seu texto!

Vamos voltar ao começo desse mesmo post para explicar melhor.

Começamos com:

” Criar bons posts e conseguir o primeiro lugar no resultado das buscas do Google é um desafio e tanto.

E a gente te entende.

Afinal, os fatores de ranqueamento são alterados e atualizados quase diariamente.

Mas será que não existe um dos fatores de SEO que tem mais peso na hora de avaliar as páginas?

Hoje, nós vamos te contar o principal fator que você deve se preocupar em 2016 e que vai fazer toda a diferença na hora de ranquear as suas páginas e atrair tráfego orgânico para o seu blog.

Vamos começar falando mais sobre a experiência do usuário para o Google, como ela influencia seu blog e seus leitores.

Boa leitura! “

Parte por parte, nós procuramos concordar com um problema em comum — e que te motivou a clicar nesse post, fizemos uma promessa e demos uma amostra do que o texto vai tratar.

Para ficar ainda mais fácil, vamos dividir a nossa introdução em 3 partes.

Concordar (Agree)

” Criar bons posts e conseguir o primeiro lugar no resultado das buscas do Google é um desafio e tanto.

E a gente te entende.”

Afinal, conseguir posts que lideram a pesquisa do Google é um trabalho árduo, mas que vale a pena.

Porém, todos os fatores de SEO relevantes, a concorrência de conteúdos e o trabalho em torno de promover e atualizar esse conteúdo também contribui para dificultar o ranqueamento.

Mas então, a gente achou um fator que pode fazer toda a diferença.

Promessa (Promise)

“Afinal, os fatores de ranqueamento são alterados e atualizados quase diariamente.

Mas será que não existe um dos fatores de SEO que tem mais peso na hora de avaliar as páginas?

Hoje, nós vamos te contar o principal fator que você deve se preocupar em 2016 e que vai fazer toda a diferença na hora de ranquear as suas páginas e atrair tráfego orgânico para o seu blog.”

E agora? Como resolver o nosso problema em comum?

Com o principal fator de SEO que importa em 2016!

Ainda não é a hora de falar sobre ele, mas é a hora de prometer que você vai aprender como ranquear bem as suas páginas, atrair tráfego e manter os leitores.

Amostra (Preview)

“Vamos começar falando mais sobre a experiência do usuário para o Google, como ela influencia seu blog e seus leitores.

Boa leitura!”

Você pode deixar escapar o quanto quiser nessa hora.

Mas para esse post, saber que vamos falar muito sobre a experiência do usuário é suficiente.

Por quê isso?

Porque ao longo dos anos — e das atualizações do algoritmo do Google — já está mais do que claro que a experiência do usuário é indispensável para ter páginas bem ranqueadas e atrair tráfego de qualidade.

Ao mesmo tempo, falar sobre UX pode ser tão amplo que é preciso especificar.

Vamos fala sobre experiência do usuário para o Google, para o seu blog e para seus leitores.

Conclusão

O tempo de permanência dos usuários nas suas páginas vai ser o fator de SEO que fará a diferença em 2016.

Cada vez mais conteúdo de qualidade aparece na internet, e aquele que é o mais completo — ou seja, que é mais informativo e traz mais benefícios para o usuário — é o que importa para o Google.

Para dar um boost nessa métrica, 3 passos podem ser feitos:

  1. Use as frases de conexão;
  2. Crie intertítulos com benefícios claros
  3. Use a fórmula APP (Agree, promise e preview).

Com essas 3 técnicas você está bem servido para ranquear bem, atrair tráfego orgânico e manter os usuários dentro do seu post, lendo o seu conteúdo e tirando o máximo de proveito dele.

Aproveite e boa leitura!

Esse post foi inspirado por esse vídeo do Brian Dean, da Backlinko. Conheça mais da empresa pelo Facebook deles.

Fonte: Marketing de Conteúdo

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14 jun A digitalização e a adaptação das empresas para o conceito de E-business

E-business

O Brasil está em um período de transição no que tange a digitalização. Segundo o estudo sobre digitalização “Tendências e Soluções para um Brasil mais competitivo – 2015”, realizado pelo Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral (FDC) em parceria com a Siemens, os executivos das principais empresas brasileiras veem a digitalização como propulsora da competitividade e desenvolvimento econômico do país – inclusive, algumas estratégias digitais já estão impactando determinados segmentos.

A digitalização, também mencionada como “transformação digital”, pode se apresentar em diferentes abordagens, dependendo do foco da organização, pensando, por exemplo, em controle, otimização de processos, aumento de produtividade e mesmo novos modelos de negócios. Dentro deste quesito, já se torna relevante o volume de empresas que nasceram digitais e se consideram e-business.

Importante destacar que um e-business, ou negócio eletrônico, se difere do e-commerce. Neste, o comércio eletrônico é a componente do negócio, que é acessível via internet. Ele é o conjunto de atividades comerciais que acontecem online.

Já o conceito de e-business vai além e engloba todas as atividades de uma empresa. Ou seja, um negócio eletrônico usa a internet como o centro de todas as suas atividades ligadas aos seus negócios.

 

Modelo de negócio pensado para o Digital

Diversas empresas vêm surgindo dentro desse conceito, seja trazendo uma proposta completamente nova de modelo de negócio, seja adaptando um modelo de negócio antigo para uma versão remodelada para o virtual, em função da mudança de hábitos do consumidor moderno. Este é o caso da Smartia Seguros Online, pioneira em vendas de seguros para automóvel via web.

A empresa foi fundada em 2011 como uma necessidade de mercado. “Existia uma ausência no mercado. Começamos a ver comparador de serviços para tudo. Comprar viagem, por exemplo, você via a cotação na tela na hora. O CEO da Smartia, Rodrigo Caixeta, é arquiteto de software viu essas lacunas e notou que não existia um comparador de preços próprio para seguro de automóvel”, disse Marcia Camacho, gerente de Operações da Smartia.

Apesar de ser bastante praticada na Europa e Estados Unidos há anos, a corretagem online começa a engatinhar no Brasil; mesmo em 2016 são poucas as empresas que ofertam o serviço.

No caso da Smartia, o processo para a corretagem inicial é feita online, com um formulário de perguntas mais dados pessoais e de utilização do carro. Os valores são vistos na hora, na tela do computador, considerando valores mínimos de condicionamento. No entanto, mesmo o negócio sendo centrado na internet, eles optaram por considerar o fato humano no pós-atendimento. “O modelo de cotação é totalmente online, mas o amparo ao cliente, qualquer dúvida que venha a ter, existe uma equipe de técnicos especializados”, esclarece Marcia, especialmente na intervenção junto da seguradora.

A empresa também disponibiliza um aplicativo que deixa todos os clientes conectados com a assistência 24 horas para pedir um reboque ou abrir um sinistro, dentre outros serviços.

 

Negócio pensado para o Mobile

Já o Cariocando, iniciativa que surgiu com um Instagram com dicas de roteiros de passeios pela capital carioca, utiliza as redes sociais e a linguagem informal como toque humanizado do negócio.

Do Instagram, o Cariocando se transformou em negócio de roteiros personalizados com um portal e, desde fevereiro, já migra para o formato de aplicativo, disponível para download gratuito em IOS e Android. “A vantagem do app é que é tudo organizadinho. No Instagram, por exemplo, você perde a informação e não consegue mais achar. No app, você vê restaurantes pelos tipos que quer ir. Ele é todo interligado ao Waze e tem uma categoria que chama clube de descontos, com vantagens para os seguidores”, explica, comentando que optou pelo Mobile Marketing para se manter atual dentro do seu segmento de atuação, que é o Turismo. “O aplicativo está sempre à mão. Achei que ia ajudar mais as pessoas.”

No Cariocando, o contato é feito online, o roteiro é disponibilizado online e pode até ser concretizado na realidade, no caso de ser turma para passeios. O atendimento também é feito online e utiliza muito e-mail e as redes sociais para tal.

Nicole trabalhava como advogada, mas já não se identificava com a área. Ela conta que o negócio digital surgiu como um hobby. “Sempre gostei muito do Rio, sou apaixonada pela cidade. Fiz um Insta de dicas e a galera começou a curtir e comentar. Sentia que as pessoas tinham acesso à informação, mas não o suficiente para um roteiro de viagem. Comecei mandando questionários de perguntas para traçar o perfil, o quanto pretendiam gastar na cidade, gosto musical, faixa etária. Com isso montava o roteiro de programação. Anunciei e vi que as pessoas estavam pedindo mais”, conta.

Muito característico de modelos de negócio eletrônico, os produtos passaram a ser ofertados com a resposta do público. “Deixei o público ditar o que seria o rumo do negócio”.

 

Mencionando o mesmo estudo sobre digitalização da FDC e da Siemens, 85% dos entrevistados – dos quais CEOs, CIOs e especialistas em Tecnologia – acreditam que a digitalização aumentará a competitividade no Brasil. Para quem aposta em negócios que se dão digitalmente, considerar o Mobile hoje é um dos pré-requisitos.

Com o surgimento dos smartphones, em meados de 2010, e o crescimento exponencial ocorrido no Brasil, a partir de 2013, assistimos a uma verdadeira mudança no hábito de compra dos brasileiros, bem como no mundo tudo. De acordo com estimativas da E-bit/Buscapé, em 2015, o acesso via dispositivos móveis em lojas virtuais no Brasil foi de 35%. Isso significa que, em mais de 1/3 do tempo em que os consumidores navegam em lojas ou negócios virtuais, eles já estão utilizando smartphones ou tablets.

Já as vendas via dispositivos móveis apresentaram forte crescimento ao longo de 2015, atingindo um share financeiro de 15% das vendas, no mês de dezembro/2015.

 

Fonte: DigitalTalks

 

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10 jun Realocação de links patrocinados no Google gera aumento de 17% na taxa de cliques, diz Adobe Digital Index

Exibição dos links na lista à esquerda da página de buscas proporcionou aumento de 17% nas taxas de click-through (CTR), enquanto o custo por clique (CPR) dos anunciantes subiu apenas 2,1%

 

Em prática desde fevereiro, a decisão do Google de remover os anúncios localizados no lado direito do mecanismo de busca fez com que muitos anunciantes SEM – modalidade paga para a promoção de links patrocinados – ficassem preocupados com o impacto disso em seus custos. Entretanto, as empresas que mais investem nesse tipo de exposição estão realmente se beneficiando dessa remoção, segundo levantamento do Adobe Digital Index (ADI).

Essa retirada do inventário do lado direito resultou num aumento de 17% na taxa de click-through (CTR) dos anúncios posicionados nos primeiros quatro espaços e um aumento de 39% no CTR de anúncios ranqueados no primeiro espaço da página. Enquanto isso, o custo por clique (CPC) aumentou apenas 2,1%. A análise do ADI contemplou 2,1 bilhões de impressões anônimas e agregadas de anúncios no mecanismo de busca (sem contar os anúncios de listagem de produtos) por meio da solução AdobeMedia Optimizer, que integra a plataforma Adobe Marketing Cloud.

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Tendo em vista que os espaços para anúncio em dispositivos móveis já eram limitados, a mudança realizada em fevereiro só impactou os anúncios em desktops, que representaram 58% das impressões totais no primeiro trimestre de 2016. Com a mudança, apesar da redução de 30% no número de espaços para anúncios pagos no Google, as impressões tiveram uma queda de apenas 10%, de acordo com o ADI.

“Apesar de o número total de espaços ter diminuído, a queda de apenas 10% nas impressões pode indicar que o Google está se alinhando a uma experiência melhor para o cliente. Esses anúncios provavelmente eram muito pouco clicados ou até mesmo ignorados pelos clientes em comparação aos anúncios em espaços no topo da página, e talvez tenha chegado um momento em que esses anúncios estavam só poluindo a página,” disse Becky Tasker, analista de gerenciamento do Adobe Digital Index.

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O Adobe Digital Index publica pesquisas sobre marketing digital e outros temas de interesse para altos executivos de marketing e e-commerce em todos os setores. A pesquisa é baseada na análise dos dados selecionados, anônimos e agregados de mais de 4.500 empresas em todo o mundo que usam a Adobe Marketing Cloud para obter dados acionáveis e análises de atividade em seus sites. A margem de erro da Previsão de Compras Online 2015 é de 3%, com um nível de confiança de 90%.

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10 jun Adwords para vídeo: crie ótimos anúncios, canais e campanhas

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Desenvolvendo Conteúdo de Qualidade

Sem dúvida, o primeiro passo para começar é fazer ótimos anúncios em vídeo! No mínimo, você precisa se certificar que seus vídeos cumpram alguns pré-requisitos importantes:

  • Dá destaque à sua marca – Certifique-se de que seus vídeos comunicam o valor da sua marca e apresentam seu negócio de uma forma engajante e visualmente atrativa.  .
  • Demonstra a consistência da marca – Assim como qualquer outra peça de publicidade,  seus vídeos devem estar em sintonia com a imagem de sua marca em termos de design e narrativa.
  • É compatível com suas metas publicitárias – Há uma série de razões que justificam o seu interesse em exibir anúncios em vídeo. Faça com que seus anúncios realmente incentivem o usuário a tomar ações que o direcionem para o seu objetivo final. Por exemplo: uma campanha de divulgação da marca provavelmente terá conteúdo diferente de uma campanha para conversões.
  • Que não seja muito curto (In-stream) – Você será cobrado após 30 segundos ou quando o vídeo acabar. Se seu vídeo é muito curto, digamos, de dez segundos de duração, você corre o risco de ser cobrado por visualizações que não necessariamente sugerem um alto grau de engajamento do usuário. Ao invés disso, o usuário simplesmente não teve a oportunidade de escolher pular o vídeo antes que o mesmo terminasse.

 Construindo seu Canal

Se você vai exibir anúncios em vídeo que direcionam para a página de seu canal, você deve levar bem a sério o desenvolvimento desta página. Pense nela como uma extensão de seu perfil online (porque ela é) e crie estratégias criativas para fazer com que ela complemente seu site, como, por exemplo, um recurso ou página de marketing de conteúdo.

Alguns pontos a serem considerados quando estiver construindo a página de seu canal:

  • Faça-o visualmente atrativo – Não pense nesta página como um mero local para despejar todo o seu material de vídeo. Leve a sério os elementos da página – imagens, curadoria de vídeos, etc.
  • Forneça informações úteis na seção “Sobre” – Esta é uma oportunidade para aprimorar ainda mais a imagem de sua marca para usuários já familiarizados com ela e também para novos visitantes. Tire proveito disso!
  • Monitore a aba de “Discussão” para obter mais informações sobre o seu público – O YouTube é uma plataforma social na qual usuários podem postar comentários e participar de conversas. Este fórum é uma mina de ouro em potencial para colher dados sobre como você pode melhorar.

Conectando o AdWords e Contas no YouTube

Para explorar todas as funcionalidades do AdWords para Vídeo, você vai precisar conectar sua conta do AdWords à sua conta no YouTube. Isso tornará possível tirar proveito dos seguintes recursos:

(do Google):

  • Número de visualizações e call to action — Acesse as estatísticas de visualizações do seu video e acrescente call-to-actions aos overlay ads;
  • Remarketing — Mostre anúncios a pessoas que visitam e interagem com seu canal.
  • Engajamento – Mensure o impacto dos seus anúncios em vídeo monitorando o comportamento dos visitantes no seu canal.

 Construindo suas Campanhas

Muitas das boas práticas de uso do AdWords se aplicam aqui. Em termos gerais, é melhor optar por uma construção granular baseada nas opções de segmentação e canais.

Top 5 – Táticas para Construir Ótimas Campanhas:

  1. Separe o servidor do YouTube do servidor do Display Network  — É possível que os usuários se comportem de forma diferente nesses dois canais e é bom ter controle individual de cada um deles para fins de otimização e planejamento de orçamento.
  2. Divida métodos de segmentação em campanhas separadas – Assim como nas boas práticas de uso do GDN, crie campanhas separadas para métodos de segmentação significativamente diferentes, como, por exemplo, interesses vs. remarketing.
  3. Acrescente Call-to-Action nos Overlay Ads– São pequenos anúncios que aparecem junto com seus anúncios em vídeo e linkam para seu site — ótimo para direcionadores de marca e calls-to-action!
  4. Combine métodos de segmentação para  uma segmentação mais específica — Usar combinações de métodos de segmentação garantirá um foco mais direcionado.
  5. Crie múltiplas variações de mensagens de anúncio – Anúncios do tipo TrueView In-Display mostrarão mensagens junto com a miniatura de seu vídeo. Crie múltiplas versões de seu anúncio com diferentes mensagens e teste-as para ver quais obtêm melhores resultados.

Então, gostou do conteúdo? Preparado para começar a fazer Ads para os seus vídeos? Caso tenha qualquer dúvida deixe um comentário ou entre em contato

*Link para o conteúdo em inglês

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10 jun YouTube lança livro com insights para construção de marca

O Google acaba de anunciar a primeira edição do YouTube Insights. O projeto conta com livro e site que apresenta novos comportamentos do consumidor e traz dados, insights e ideias para inspirar quem trabalha com construção de marca.

O Adnews acompanhou de perto o lançamento da publicação em um evento que aconteceu na noite de ontem (08) e que reuniu mais de 500 profissionais de empresas e agências. Com a descontração e liberdade de linguagem que o YouTube permite, a ação assinada pela Bullet contou com um ringue igual ao das lutas de MMA, no qual alguns comediantes de stand-up usaram as informações contidas na publicação para criar uma verdadeira batalha de insights entre as categorias do YouTube.

Criada pela agência R/GA, a primeira edição do YouTube Insights tem foco em quatro afinidades que são muito relevantes para construção de marca: Music, Cooking, Gaming e Beauty & Fashion. Juntas, elas são grandes categorias dentro do Google Preferred, um produto que permite às empresas garantir a presença do seu anúncio de vídeo entre os top 5% canais do YouTube, baseado em popularidade e engajamento. A publicação reúne ainda informações sobre os YouTubers que são destaque em cada uma dessas categorias.

O material foi baseado em pesquisas e análises feitas pela consultoria inglesa de inteligência e inovação Contagious, pela agência de pesquisa de mercado Reds e com dados internos da plataforma apresenta novos comportamentos do consumidor

Para Susana Ayarza, diretora de marketing no Google Brasil, o mercado demonstra uma grande ansiedade de conhecer e entender as transformações no comportamento do consumidor. “Essas mudanças têm acontecido no YouTube e por causa dele. Nós acreditamos que esses insights podem ajudar muito quem quer evoluir seus briefings e suas campanhas”, diz.

O livro foi produzido em edição limitada e numerada, mas o conteúdo completo pode ser acessado em thinkwithgoogle.com.br/video.

 

Fonte: Adnews

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10 jun Email Marketing x Mídias Sociais: Descubra De Uma Vez Por Todas Em Qual Investir Para Impulsionar A Divulgação Do Seu Conteúdo

Quando pensamos em divulgação de conteúdo, duas grandes formas vêm à mente: o e-mail marketing e as mídias sociais.

Mas como saber em qual dos dois investir?

Qual é o mais eficiente?

Há muito debate sobre esse assunto, chegando a discussões acaloradas e divisões entre grupos defensores de uma ou outra estratégia.

Também há quem discuta se realmente um dos formatos é mais vantajoso que o outro e quais os motivos que sustentam as argumentações.

Mesmo com toda a informação disponível pode ser difícil comparar os dois e tirar uma conclusão satisfatória, pois são muitos aspectos para colocar na balança e cada um tem um peso diferente.

O fato é que é impossível trabalhar no meio digital sem falar sobre email marketing e mídias sociais.

Inevitavelmente você irá se deparar com inúmeras dúvidas, não só  sobre as vantagens, mas também sobre as desvantagens desses meios de divulgação.

Há quem já tenha declarado o email como morto enquanto outros afirmam que seu uso continua crescendo muito bem.

As mídias sociais, por sua vez, abrem a possibilidade de atingir milhares de pessoas, o que traz um enorme potencial, tanto positivo quanto negativo.

Para resolver de vez esse problema montamos um infográfico mostrando essa disputa entre o email marketing e as mídias sociais. Nele você vai poder acompanhar:

  • As vantagens e desvantagens do Email Marketing
  • As vantagens e desvantagens das mídias sociais
  • Como cada uma dessas formas de divulgação se comporta em diferentes situações

Acompanhe cada round dessa disputa para conhecer as vantagens e desvantagens que você não pode ignorar. E claro, ver quem receberá o cinturão da vitória.

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Gostou de acompanhar essa batalha entre o email marketing e as mídias sociais? Então compartilhe esse infográfico e ajude a divulgar essa informação para que mais pessoas possam usar esses meios de divulgação para transmitir suas ideias!

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