16 jun Adwords para vídeo: um guia para Growth e otimização

Esta última postagem da nossa série sobre AdWords para Vídeo (APV) focará em como obter o melhor resultado de suas campanhas em vídeo usando a otimização para melhorar o crescimento e performance. Os posts anteriores enfatizaram a imensa oportunidade que esta plataforma oferece para anunciantes de todos os tipos, exploraram estratégias e as melhores práticas para construir uma presença efetiva no YouTube através da combinação de campanhas em vídeo bem estruturadas e um página bem feita no canal.

Agora vamos ver como gerenciar suas campanhas para obter o máximo de resultados!

Otimizando de acordo com os Indicadores-Chave de Desempenho (KPIs)

Antes de começar a explorar formas de obter um melhor desempenho em suas campanhas, é crucial focar no objetivo das mesmas.

  • Deenvolvimento da Marca (Branding) — Direcione visitantes de topo de funil para o seu website ou para o seu canal no youtube. O vídeo é um ótimo primeiro contato graças à sua poderosa capacidade de contar uma história.
  • Resposta Direta / Vendas — Se você está tentando impulsionar as vendas com anúncios em vídeo, você deve dosar suas expectativas adequadamente. (O vídeo pode ser muito útil para este propósito, mas tenha cuidado ao esperar que suas campanhas de Adwords par vídeos, produzam os mesmos tipos de resultados obtidos em suas campanhas do Google Search Network e de Remarketing).
  • Marketing de Conteúdo — Direcione usuários para seu canal do youtube, onde você apresentará recursos de vídeo que seu público-alvo achará úteis.  Por exemplo: se você vende ioiôs online, criar uma página com vídeos exibindo truques e manobras para usar ioiôs pode ser uma boa estratégia. Os usuários receberão informações úteis sobre truques para usar ioiôs e provavelmente terão  sua marca em mente na próxima vez que forem comprar um novo ioiô.

Métricas de Branding vs. Direct Response: por que não otimizar ambos?

Enquanto seu conteúdo pode variar em função dos objetivos específicos de sua campanha – se o direct response for mais voltado às particularidades do produto, por exemplo – certifique-se de dar atenção aos dois tipos de métricas para campanhas em vídeo. Afinal, é provável que algum efeito de divulgação da marca seja produzido, independente do tipo de anúncio que você veicule, então preste atenção nessas métricas!

Principais Métricas de Direct Response para APV:

  • Conversões
  • Valor da Conversão (retorno)
  • CPA (custo por aquisição)
  • Índice de Conversão

Principais Métricas de Branding  para APV:

  • índice de Visualização — (Índice de usuários que optaram por não pular seu vídeo)
  • Exibições do Vídeo — (porcentagem do vídeo que foi assistida)
  • CTR (click through rate)  — (Índice de usuários que clicaram para acessar seu site)
  • Métricas do Google Analytics — (para os usuários que acessaram o site)

Use os Relatórios do Google Analytics

O Google Analytics agora apresenta relatórios personalizados para campanhas de Vídeos do AdWords. A recente adição deste relatório representa um grandioso passo para o monitoramento de APV. Anteriormente, uma visualização segmentada do desempenho do vídeo no Google Analytics tinha que ser customizada. O novo padrão de relatório mostra os dados do desempenho do APV separados do resto dos seus dados do AdWords e inclui métricas adicionais que antes não estavam disponíveis no Google Analytics.

Use este relatório para entender como seu tráfego para vídeos está se comportando em seu site das seguintes formas:

  • Engajamento com o site e Comportamento — Use essas informações para otimizar suas campanhas e assim melhorar o engajamento dos usuários com seu site. Métricas de comportamento como taxa de rejeição, tempo de visitação no site e visualizações de página podem ser úteis aqui. Certifique-se de ter reunido dados suficientes antes de tirar conclusões e faça ajuste em suas campanhas a partir deles.
  • Micro-conversões – Claro que você deve medir macro-conversões em suas campanhas de vídeos. Isso pode ser visualizado na interface do usuário do GA ou APV. Mas não se esqueça também de suas micro-conversões. Ações como visualizações de páginas chave, download de e-books e inscrição na newsletter têm valor e devem ser mensuradas para otimizar sua campanha..

Conquiste mais Tráfego com o mesmo Orçamento

Graças ao alcance do YouTube e do Google Display Network é possível que aumente a quantidade e a qualidade do seu tráfego com o mesmo orçamento Você pode testar isso facilmente diminuindo seu custo máximo por visualizações para campanhas de alto desempenho antes do seu orçamento ser atingido. Você deve monitorar seus indicadores-chave de desempenho (kpi’s)  enquanto estiver tentando esta estratégia para garantir que não está recebendo uma quantidade maior de tráfego de baixa qualidade. Se você estiver realizando várias campanhas simultaneamente, cada uma delas focando em segmentos distintos, certifique-se de distribuir o orçamento de forma inteligente – maximizando o alcance de campanhas de alto desempenho antes de expandir para áreas de baixo desempenho.

 Crie Listas de Remarketing para o Google Display Network

O AdWords para Vídeo é uma oportunidade fantástica de gerar listas de remarketing. Usuários que assistiram seus anúncios por inteiro, visitaram seu canal e realizaram outras ações significativas são aqueles nos quais vale focar com o Google Display Network. Do mesmo modo, use listas de remarketing do GDN para segmentar usuários para os anúncios em vídeo ou use o remarketing para tráfego de vídeo com introdução de vídeo adicional (ótima forma de introduzir novos produtos ou promoções em seu tráfego de vídeo!)

Monitore o Aumento Orgânico de tráfego

À proporção em que você amplia sua estratégia de marketing de vídeos no YouTube através de publicidade paga e otimização de seu canal, você provavelmente começará a ver o YouTube trazer mais tráfego orgânico para seu site. Monitore este tráfego. Ele pode ser muito útil pelas seguintes razões:

  • Oferece um overview mais completo do valor real da sua estratégia de marketing com vídeos
  • Representa uma oportunidade para disseminação cruzada entre o YouTube e seu site
  • Aumenta suas listas de remarketing para publicidade de visualizações e buscas

Top 15 – Otimizações do AdWords para Vídeo

1.) Segmente campanhas para diferentes fins e públicos e estabeleça indicadores-chave de desempenho específicos para cada uma delas

2.) Teste múltiplos métodos de segmentação para ver quais são os mais eficazes

3.) Combine métodos de segmentação para obter segmentações mais específicas e aumente seu alcance nesses nichos

4.) Use o YouTube analytics para otimizar o conteúdo de seu canal e ajustar a estratégia de publicidade adequadamente

5.) Analise o YouTube social analytics e conteúdos de discussão para obter dados qualitativos

6.) Considere excluir determinados endereços de origem e palavras-chave em suas campanhas – seus relatórios irão exibir essas informações, então você pode facilmente eliminar páginas e termos de baixo desempenho

7.) Compare o desempenho entre as redes— YouTube vs. Google Display Network

8.) Compare o desempenho entre a busca do YouTube search e os posicionamentos de páginas de vídeo (video page placements)

9.) Compare o desempenho entre formatos de anúncios — In-stream vs. In-display

10.) Teste variações  de overlay ads nos seus call to actions

11.) Otimize as listas de remarketing de vídeo associando alto desempenho a ações específicas do usuário e listas associadas

12.) Defina limites de frequência para o remarketing de anúncios — sempre uma prática fundamental!

13.) Otimize as configurações de rotação de anúncio — você pode programá-la para otimizar conversões, visualizações ou rodar uniformemente para teste manual

14.) Estabeleça uma programação de anúncios — exiba anúncios apenas em horas do dia de alto desempenho

15.) Estabeleça dispositivos tecnológicos alvo — ao contrário das campanhas do Google Enhanced Campaign, as APV ainda disponibilizam a opção de exclusão de dispositivos.  

*Link do conteúdo original

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16 jun Google lança o Youtube Director, ferramenta para pequenos negócios criarem publicidades

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O Youtube lançou hoje a ferramenta “YouTube Director“, um serviço que promete facilitar a vida de pequenos empreendedores que querem anunciar na plataforma de vídeos do Google. De acordo com a empresa, o YouTube Director é uma forma simples e prática para pequenos empresários que não tem habilidade com edição de vídeo possam fazer uma propaganda sem gastar dinheiro com uma agência publicitária.

O aplicativo conta com templates pré-definidos e, para produzir o vídeo, o usuário deve apenas gravar as imagens e escolher sua ordem. No vídeo abaixo, você pode ver uma produção feita no app do YouTube Director, onde o barbeiro Woody Lovell Jr. criou um vídeo para ser veiculado entre os anúncios do YouTube. De acordo com o anúncio, o empresário gravou e editor o vídeo utilizando a plataforma, fez o upload para o Youtube e entrou em contato com um especialista em Adwords do Youtube para definir para quem a publicidade seria mostrada.

Caso o empresário não queira produzir o vídeo, o YouTube Director também conta com uma equipe de criação de propagandas simplificadas sem custos adicionais. Porém, para “alugar” os serviços da ferramenta, o empresário deve gastar no mínimo US$ 150 em propaganda no Youtube.

O Youtube Director for Business possui uma versão móvel que está disponível para iOS. Mais informações sobre como contratar o serviço e outros exemplos estão disponíveis no site da ferramenta.

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14 jun 8 ferramentas essenciais do Facebook Ads

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Gerenciar a verba de marketing e investir em anúncios que tragam retorno positivo é sempre um grande desafio. Não é à toa que estamos sempre procurando novas formas de divulgação. Atualmente, o Facebook Ads tem se tornado uma das maneiras mais acessíveis e eficientes de ampliar o alcance das mensagens das marcas.

Uma das grandes vantagens dessa plataforma é a possibilidade anunciar mesmo tendo uma verba pequena, já que você escolhe o valor diário que deseja investir. Outra qualidade muito importante é que o Facebook Ads permite uma alta segmentação. Dessa forma, você consegue impactar exatamente aquelas pessoas que têm interesse nos seus produtos e serviços, aumentando o retorno sobre investimento.

A grande dificuldade, no entanto, é que a plataforma possui um grande número de funções — Mark Zuckerberg e sua equipe estão constantemente incluindo novos atributos. Com isso, muita gente opta por utilizar ferramentas que ajudam a gerenciar as campanhas de maneira mais simples.

E é sobre isso que falaremos neste post.

A partir de agora, vamos apresentar as 8 ferramentas essenciais de gerenciamento do Facebook Ads, mostrando como cada uma delas funciona e como você pode utilizá-las. Ou seja, você vai sair daqui pronto para configurar novas campanhas na maior rede social do mundo.

Preparado para começar? Então confira com a gente!

1. Gerenciador de Anúncios do Facebook

O que é:

Também conhecido como Facebook Ads Manager, é o gerenciador fornecido pela própria rede social. Por estar integrado com ela, é certamente o sistema mais utilizado ao redor do mundo para controlar as diferentes modalidades de anúncio (desde curtidas na página até conversões no website).

Através do Gerenciador de Anúncios, você tem acesso a todas as ferramentas necessárias para criar anúncios segmentados de acordo com o público-alvo desejado. Apesar de ser considerada a ferramenta mais básica de publicidade do Facebook, o gerenciador tem muito a oferecer.

Como funciona:

Felizmente o Facebook facilita bastante as coisas para quem está começando. Basicamente, você pode rodar um anúncio após completar cinco passos:

• Criar uma página (Fanpage) no Facebook ou usar uma que você já possui.

• Escolher o tipo de anúncio que você deseja fazer, de acordo com o objetivo da campanha.

• Definir o público que você pretende impactar e o orçamento destinado à divulgação.

• Formatar a parte criativa do anúncio, como as fotos, título e texto.

• Acompanhar os seus resultados (por exemplo, analisar o custo por clique).

Principais vantagens:

• Fácil de mexer (apesar do Facebook fazer mudanças constantes).

• Seu anúncio fica pronto em poucos minutos.

• Você não precisa baixar ou assinar nenhum programa.

• É grátis!

2. Aplicativo do Gerenciador de Anúncios do Facebook

O que é:

É essencialmente o mesmo gerenciador do item 1, mas a diferença é que o aplicativo pode ser utilizado no seu tablet ou smartphone. Ou seja, é ideal para quem passa mais tempo no celular do que na frente do computador.

Como funciona:

Funciona da mesma forma que o gerenciador de anúncios para desktop. A única diferença é que você precisa baixar o aplicativo através do Google Play ou Apple Store. É importante frisar que o aplicativo é integrado com a versão desktop do gerenciador. Isso quer dizer que se você criar uma campanha no celular e depois visualizar no computador, a mesma campanha aparecerá por lá.

Principal vantagem:

Mobilidade: você pode gerenciar seus anúncios de qualquer lugar, desde que tenha uma conexão com internet. O aplicativo é perfeito para quando você está no meio de uma viagem, por exemplo, ou está longe do seu escritório.

3. Driftrock

O que é:

Um gerenciador utilizado por verdadeiros gigantes, como Coca-Cola e BMW. E por que o Driftrock é tão especial?

Simplesmente porque permite automatizar anúncios de uma forma que a maioria de nós nem seria capaz de imaginar.

Você pode, por exemplo, programar um anúncio para ir ao ar baseado no clima da cidade, na programação da TV ou até na sua disponibilidade de produtos em estoque.

Sim, você não leu errado! A BMW, por exemplo, usou essa função para divulgar a tecnologia “4X4 BMW xDrive” quando chovia ou nevava. Isso trouxe um aumento de 30% no envolvimento com os anúncios.

Como funciona:

O sistema utiliza uma abordagem única de quatro passos para a publicidade no Facebook:
• Criação

• Automação

• Gatilhos (é a função mencionada acima, através da qual um evento ou acontecimento “dispara” um determinado anúncio)

• Reposta e mensuração

Além do Facebook Ads, o Driftrock pode ser utilizado para gerenciar campanhas no Google AdWords. Portanto, se você trabalha com ambas as plataformas, essa pode ser uma alternativa interessante.

Principais vantagens:

• Automação através de gatilhos e critérios diferenciados, e não apenas com base em horários ou dias da semana.

• Integração das leads (pessoas que clicam nos anúncios e se cadastram na sua newsletter, por exemplo) com sistemas de CRM (Customer Relationship Management ou Gestão do Relacionamento com o Cliente).

• Rapidez: permite criar até 100 anúncios de Facebook em um minuto.

• Além disso, a plataforma pode ser integrada com uma série de ferramentas de internet, desde sistemas de e-mail marketing (como o Mailchimp) até soluções de e-commerce (como o Magento). É a automação levada ao nível máximo!

4. Hootsuite Ads

O que é:

Uma das maiores ferramentas de gerenciamento de redes sociais, com milhões de usuários espalhados pelo mundo, tanto empresas como pessoas físicas. É considerada uma ótima solução para quem busca uma plataforma simplificada que permita levar os anúncios de Facebook a um próximo nível.

Como funciona:

Ao contrário de vários concorrentes, possui interface em português. A versão grátis permite que você gerencie até três perfis de redes sociais, tenha acesso a relatórios básicos e faça o agendamento de postagens. Entretanto, existem versões pagas a partir de US$ 9,90 ao mês, com muito mais recursos e aplicativos disponíveis.

Principais vantagens:

• Capacidade de criar anúncios rapidamente, com apenas dois cliques.

• O aplicativo verifica automaticamente as suas páginas do Facebook, buscando as melhores mensagens para promover para o seu público-alvo.

• O gerenciador sugere metas para cada anúncio, auxiliando você a personalizar suas campanhas e otimizar os resultados.

• Permite integrar todas as suas contas de anúncios em um só lugar, centralizando até mesmo os pagamentos. Isso ajuda a evitar que você estoure o seu orçamento mensal.

• Além de anúncios, também permite que você gerencie conteúdo orgânico, como o agendamento de posts na sua Fanpage.

5. Qwaya

O que é:

Um dos principais gerenciadores de Facebook Ads, bastante utilizado por profissionais de marketing digital mais experientes. O Qwaya tem várias características interessantes, sendo que a principal delas provavelmente são os anúncios de teste A/B (também chamados de split tests).

Sem querer soar sensacionalista, mas se você nunca fez testes A/B nos seus anúncios, provavelmente não está investindo dinheiro da melhor forma. Através desse recurso, você pode rodar dois anúncios com uma pequena variação (o título, por exemplo) e ver qual dos dois funciona melhor.

Como funciona:

Você pode fazer tudo online, de onde estiver. A ferramenta está disponível (somente em inglês) a partir de US$ 149,00 por mês, mas também é possível experimentar gratuitamente durante 14 dias.

A plataforma possui várias funções independentes, permitindo que você inicie rapidamente e utilize somente os recursos que são úteis para o seu caso. Não seria exagero dizer que, para muitas empresas, somente o teste A/B já valeria o investimento.

Principais vantagens:

• Otimização das verbas de campanha

• Visualização fácil das campanhas que estão ativas ou inativas

• Possibilidade de agendar dias e horários para os anúncios, fazendo com que você invista dinheiro apenas quando seu público está online.

• Possibilidade de pausar suas campanhas automaticamente dependendo de como estiver a performance, de acordo com o critério que você escolher.

6. AdEspresso

O que é:

Uma ferramenta de gerenciamento do Facebook Ads focada na simplicidade de uso. O AdEspresso é altamente indicado para aqueles profissionais que desejam dar um passo adiante em relação ao seu marketing no Facebook.

Ao mesmo tempo, é ideal para quem não tem tempo para ficar aprendendo a mexer em sistemas complexos. Na verdade, o AdEspresso é considerado por muitos especialistas como sendo a ferramenta mais simples de usar entre todos os gerenciadores.

Como funciona:

Também funciona online, em inglês, e oferece um trial (versão grátis de avaliação) por 14 dias. Após esse período, é possível assinar a ferramenta a partir de US$ 49,00 por mês. O AdEspresso também conta com uma área chamada “Academy”, onde você tem acesso a tutoriais, eBooks, guias e palestras ensinando como usar a ferramenta.

Principais vantagens:

• Análise de dados fácil de visualizar e de entender

• Área de treinamento dentro da plataforma

• Métricas detalhadas que permitem a você segmentar e afunilar os anúncios ao máximo

• Painéis customizáveis, permitindo que você identifique os anúncios com melhor desempenho e foque nos números que são prioridade na sua campanha.

7. Social Ads Tool

O que é:

Uma ferramenta parceira do Facebook para gerenciamento de anúncios. Isso, por si só, já dá grande credibilidade à plataforma. Além disso, o Social Ads Tool conta com excelentes atributos e possui versões em diversos idiomas, incluindo o português.

Muitas das funções da ferramenta focam na automação, deixando os profissionais de marketing livres para pensar estrategicamente ao invés de se ocuparem demais com a operação técnica.

Como funciona:

Na verdade, são duas formas distintas de operação. Além da plataforma para automação de anúncios, o Social Ads Tool também atua como uma agência que faz a gestão de verbas de marketing.

O segundo caso serve para empresas que investem acima de 50 mil dólares mensais, ou seja, apenas grandes anunciantes que realmente aplicam verbas pesadas na divulgação pelo Facebook.

Principais vantagens:

• Otimização automática de anúncios, que calcula o lance (valor máximo a ser pago) com base em métricas como ROI (retorno sobre investimento), CPC (custo por clique) e CPA (custo por ação).

• Relatórios em profundidade que fornecem informações detalhadas sobre o público.

• Acompanhamento de conversões.

• Novos recursos adicionados a cada duas semanas, acompanhando rapidamente as mudanças feitas pelo próprio Facebook.

8. AdRoll

O que é:

Uma ferramenta voltada para quem deseja gerenciar o remarketing (comunicação com pessoas que já tiveram contato com a sua marca) através do Facebook Ads. Isso permite que você anuncie para seus potenciais clientes quando eles estão mais propensos a comprar de você ou interagir com o seu conteúdo.

Como funciona:

Segundo a própria plataforma, tudo funciona em um processo simples de quatro etapas:

• Um usuário visita o seu website.

• Ele sai do seu site sem completar a ação desejada (como, por exemplo, fazer uma compra).

• Mais tarde, quando estiver usando o Facebook, essa pessoa verá anúncios da sua marca.

• O usuário clica no anúncio, voltando ao seu site e tendo uma nova chance de completar a compra ou executar outra ação que você desejar.

Principais vantagens:

• Permite cruzar dispositivos. Ou seja, se alguém foi impactado pelo seu conteúdo enquanto usava o celular, essa mesma pessoa pode receber outro anúncio mais tarde, quando estiver usando o desktop ou tablet.

• Proporciona um aumento do retorno sobre o investimento, uma vez que você estará se comunicando com pessoas que já conhecem sua marca e com as quais você já tem um certo relacionamento.

Conclusão

O Facebook Ads é uma plataforma incrível, principalmente para quem sabe aproveitar suas ferramentas. A alta capacidade de segmentação e a possibilidade de mensurar até os mínimos detalhes garantem um excelente retorno sobre investimento, o famoso ROI.

Afinal, você sempre terá recursos disponíveis para fazer novos testes e identificar que tipo de divulgação funciona melhor junto ao seu público.

Através dos gerenciadores, fica bem mais fácil aproveitar essas funcionalidades e extrair o máximo de cada campanha. Não é fácil determinar qual é a melhor ferramenta entre todas, já que tudo depende do seu perfil de uso.

Entretanto, contar com uma plataforma que automatize os processos tende a levar suas campanhas de Facebook Ads a um nível superior.

Fonte: Marketing de Conteúdo

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14 jun Como avançar no funil de vendas por meio do marketing de conteúdo

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No universo das vendas, há um conceito que já é muito difundido e usado por diversas empresas, mas que pode trazer algumas dúvidas de como ser colocado em prática. O Funil de Vendas é hoje uma prática comum para vendedores e gestores que precisam converter mais clientes a cada etapa do processo. Porém, só estruturar as suas etapas não é suficiente para o cliente percorra por todas elas.

Para ir além e aumentar os números, é preciso trabalhar com estratégias que se mostram eficazes em auxiliar equipes de vendas na busca por resultados melhores.

O nome já é auto explicativo, mas para quem tem dúvidas, o Marketing de Conteúdo é a criação e compartilhamento de materiais para auxiliar na prospecção e educação de futuros clientes. Além disso, é por meio do conteúdo que você conseguirá engajar seu púbico e buscar evangelistas para sua marca.

Esse conteúdo pode ser feito em formato de blog post, e-books, whitepapers, vídeos, webinars… O que estiver mais apropriado em sua estratégia de marketing. Mas será que é qualquer conteúdo que se encaixa como um material de Marketing?

Na verdade não. Muitas marcas ainda criam blogs para iniciar esse trabalho mas acabam publicando textos superficiais ou que apenas falam sobre o produto em si, o que não é interessante para o leitor pois não agrega valor.

Hoje o mercado de forma geral está acirrado e por isso é preciso criar autoridade em sua área para ser referência. Textos e materiais bem elaborados são a melhor maneira para conseguir isso.

Para que o marketing de conteúdo exerça seu papel de catalisador de vendas, é preciso uni-lo ao funil que foi previamente estruturado e entender qual material se adapta melhor em cada etapa. Por isso, hoje trouxemos dicas de produção de conteúdo para cada etapa do Funil de Vendas, visando a conversão do maior número de leads ao fim do processo.

Confira!

Topo do Funil: atração

O topo do funil é o primeiro contato que seu cliente terá com seu produto/serviço, por isso é a porta de entrada para a experiência que ele terá com sua marca. Conteúdo de topo do funil é aquele em que o público ainda não te conhece e não busca necessariamente pela resolução de um problema específico.

Nesse momento, o conteúdo é informativo, abrangente. No entanto, é preciso entregar algo de valor para seu público, fugir de ser “mais do mesmo”. Por isso, invista em materiais relevantes e que realmente serão úteis para quem está lendo.

Os conteúdos mais usados nessa primeira etapa são blog posts e newsletters, com conteúdos voltados para atração de um maior número de leitores.

Saber escrever os conteúdos voltados exatamente para cada etapa é uma tarefa que exige estudo do mercado e prática de escrita. Por isso, os materiais dessa primeira etapa devem dar espaço para os próximos passos, para ajudar a persona a percorrer todo caminho e chegar ao fim o mais nutrido e pronto para a compra possível.

Além disso, na etapa inicial o conteúdo é mais aberto, livre, no qual sua empresa não será mencionada. Sua missão nesse primeiro momento é educar seu visitante e criar nele a vontade de receber mais conteúdos!

Não costuma-se exigir nenhum tipo de informação do leitor ainda. Aqui você receberá o maior número de visitantes, então escolha bons temas e títulos para ajudar a aumentar o tráfego orgânico para seu blog.

Porém, uma dica importante é instigar seu leitor a inscrever-se em seu blog e assim, com um endereço de e-mail, você consegue manter contato e nutrir com materiais de outras etapas.

Observe que a qualidade é uma característica em comum: trabalhar com marketing de conteúdo para aumentar as vendas é muito mais do que atualizar um blog com qualquer conteúdo. Qualidade está acima de quantidade.

Meio do Funil: etapa de consideração

Se o topo do funil é o momento de conscientização, a etapa seguinte é quando começa a conversão do contato, pois é quando dizemos que ele está no momento de consideração.Aqui você iniciará os materiais mais restritos, ou seja, que para o leitor acessar é preciso informar alguns dados.

Geralmente nos materiais de meio do funil são pedidas informações simples como nome, e-mail e um número de telefone. Se o formulário for muito extenso, é arriscado perder o visitante ali e não conseguir informações básicas para aperfeiçoar a comunicação e o relacionamento com esse futuro cliente.

Para quem está fazendo um bom trabalho de marketing digital, esse momento em que o contato encontra-se já na metade da sua jornada, a chamamos de lead, ou seja, um cliente em potencial.

Agora sua lead já sabe que existe um problema e que precisa de uma solução e já começam a entender que a resposta pode estar na sua marca.  Aqui já foi feito um filtro dequem realmente está procurando por algo que você pode oferecer ou não.

Os materiais mais usados para essa etapa são ainda os blog posts, porém mais extensos e aprofundados em um assunto; newsletters e e-books.

Esses conteúdos já podem começar a ser usados por sua equipe de vendas em templates de e-mails e nutrição dos contatos.

 

Fundo do Funil: momento da decisão

A última etapa é a decisiva para a venda, por isso é chamada da “etapa de decisão” da sua lead.. Nela você tem a chance de trazer seu cliente para dentro e por isso é importante saber exatamente como a geração de conteúdo pode te ajudar nesse momento.

Os materiais mais usados nessa etapa são webinars, vídeos, e-books e cases de sucesso.

Webinars

Trabalhar com esse formato de conteúdo exige um bom preparo da equipe de marketing, justamente por ser um formato que é feito para auxiliar o contato na decisão de compra.

Uma agência de marketing  por exemplo pode desenvolver um webinar com temas como “Definindo sua ação de marketing junto à uma agência”.

Para participar, será necessário oferecer informações como nome, e-mail, telefone, cargo, empresa e outros dados que sejam relevantes para sua empresa.

Vídeos

Poderão ser feitos vídeos falando especificamente do produto e das soluções que ele entrega. Claro que o formato deve se adequar à sua persona, por isso o tempo e o roteiro devem ser feitos lembrando a importância de mostrar realmente o porquê sua marca é a melhor opção para solucionar aquele problema.

E-books

Materiais ricos como e-books e guias são essenciais para ajudar sua persona na decisão da compra. Lembre de investir em conteúdo de impacto e relevância.

Cases de Sucesso

Algumas empresas ainda deixam de lado esse formato de material, mas se você quer mostrar como seu produto/serviço está fazendo a diferença para alguém, nada melhor do que exemplificar com uma experiência real.

Para isso, selecione alguns clientes que estão obtendo sucesso com seu trabalho e monte cases com informações que esse cliente te passou.

Em todo material de fundo de funil é interessante ter uma oferta de teste grátis, já que é uma maneira de mostrar na prática como essa persona que chegou até o fundo do funil poderá se beneficiar do seu produto.

Mas não se esqueça de que, para converter um maior número de pessoas, deixe a oferta de teste grátis visível no maior número de espaços possíveis (página inicial do seu site e blog, por exemplo).

Realizando um bom trabalho de produção de conteúdo feitos pensando exatamente em guiar sua lead por todas as etapas, você tem muito mais chances de obter sucesso ao observar clientes que estão prontos para a compra de forma mais rápida, sem tanta necessidade da intervenção do time de vendas para o convencimento.

Clientes mais educados tornam-se clientes mais engajados e com mais possibilidade de fidelização na empresa!

Esse post foi produzido pela equipe do Moskit!

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14 jun Entenda o que é uma Fan Page no Facebook e como ela pode gerar resultados incríveis para sua marca

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Que o Facebook está presente na vida da maioria das pessoas, não há mais dúvidas. Segundo dados da própria rede, só no Brasil são mais de 75 milhões de usuários ativos no canal.

Não importa o ramo do seu negócio nem o produto ou serviço que você oferece, seus clientes usam a rede em seu dia a dia e, se você ainda não a usa, pode estar perdendo um potencial de comunicação gigantesco para sua empresa.

A fan page empresarial (página de marcas no Facebook) é o espaço para se aproximar do público-alvo, conhecê-lo melhor, atendê-lo e convencê-lo de consumir na sua empresa. Otimizando as estratégias de marketing da sua marca.

A seguir, vamos mostrar como aproveitar esse meio para aumentar vendas e fidelizar clientes. Confira!

1. Saiba a diferença entre página e perfil

Muita gente abre uma conta no Facebook para a sua empresa sem saber que existe uma diferença básica entre perfil e página. O perfil é feito para pessoas físicas e é a conta padrão da rede social, que você usa para adicionar pessoas e fazer posts para a sua rede de contatos direta.

Já a página (ou fan page) é própria para as marcas e, em vez de amigos, reúne fãs da empresa, que curtem a página para receber o conteúdo postado por ela.

Para criar uma página, é necessário ter uma conta pessoal antes e, com ela, você consegue uma série de dados sobre os fãs da sua empresa, além da opção de fazer posts pagos (ou patrocinados), que funcionam como anúncios dentro do Facebook. Mais pra frente vamos falar melhor sobre isso.

2. Comece fazendo o planejamento

Se você ainda não tem uma fan page da sua empresa, pesquise sobre esse canal de comunicação antes de abrir a conta. Além de ler esse texto, leia os termos de uso do Facebook, procure as páginas da sua concorrência e faça uma análise de como elas atuam nesse meio.

Coloque-se no lugar do seu cliente e pense no que ele gostaria de receber de conteúdo da sua empresa.

Não adianta divulgar um monte de informação se você não tem um norte, um objetivo final com sua comunicação. Por isso é importante fazer uma pesquisa de mercado na rede social antes e, só então, definir as estratégias e colocar a mão na massa.

3. Crie a página da sua empresa

Uma vez que você já sabe o que vai falar para seu cliente, aí sim é o momento de criar a fan page. A conta precisará estar conectada à sua conta pessoal, e nem pense em criar um perfil falso para isso!

O Facebook exige que a conta da fan page esteja conectada à de uma pessoa real, podendo deletar a página se descobrir irregularidades posteriormente (imagina perder todos os fãs conquistados?).

Assim, para criar a página, o primeiro passo vai ser a definição da categoria do seu negócio. As opções que a rede social disponibiliza são:

Negócio local

Serve para páginas de estabelecimentos comerciais como lojas, restaurantes, bares, lanchonetes, padarias, baladas, cinemas, aeroportos, hotéis, hospitais, etc.

Estando nessa categoria, sua empresa entra no Facebook Places, espaço criado para as pessoas sugerirem negócios para seus amigos — ou seja, propaganda gratuita para a sua marca.

Empresa, organização ou instituição

Uma empresa mais generalizada, que não vende nenhum produto palpável nem serviços locais, entra nessa segunda categoria.

São exemplos de empresas, organizações ou instituições os contadores, as agências de empregos, marceneiros, indústrias, entre outros.

Marca ou Produto

Para divulgar produtos ou serviços específicos da sua marca, é possível criar uma página para eles. Principalmente para empresas maiores, com grande portfólio de produtos, essa estratégia pode ser interessante para segmentar o público.

Artista, banda ou figura pública

Nessa categoria, como o próprio nome já indica, entram pessoas famosas que precisam de um canal para se comunicar com os fãs.

É o caso por exemplo de artistas, bandas e figuras públicas de uma forma geral e que precisam desse tipo de exposição.

Entretenimento

A categoria de Entretenimento, mais ampla, é utilizada para divulgar eventos que ocorrerão em uma determinada região, como shows, lançamentos de filmes ou peças de teatro. Também serve para portais de notícias e blogs, por exemplo.

Com a página criada é possível reunir as pessoas interessadas e criar um evento no Facebook para que elas não se esqueçam da data.

Causa ou Comunidade

Essa categoria serve para a criação de uma comunidade de pessoas para troca de informações. Pode ser em torno de uma causa social ou de qualquer outro tipo de assunto, como vagas de emprego em uma cidade ou receitas culinárias de uma dieta, por exemplo.

Dentro de cada uma dessas categorias listadas, o Facebook oferece ainda uma série de subcategorias empresariais. É importante analisar bem em qual delas a sua empresa se encaixa, já que essa fase do processo de criação da fan page é decisiva e não pode ser alterada posteriormente.

4. Crie uma identidade personalizada

Depois de criar a fan page, é hora de customizá-la com a identidade visual da sua empresa. Personalize imagens para colocar como fotos de capa e perfil, que servem de vitrine da sua marca no Facebook.

Você pode usar o logotipo em fundo colorido na foto do perfil e fazer uma complementação na foto de capa, utilizando o mesmo fundo, por exemplo.

Mas atenção: em ambas as imagens é preciso obedecer aos tamanhos do Facebook, então, se precisar, não hesite em contratar ajuda especializada, como uma agência de publicidade que possa criar as imagens e alterá-las pra você sempre que necessário (no caso de uma campanha, por exemplo).

5. Complete as informações do perfil

Depois de inserir as fotos de capa e perfil, o Facebook pedirá que você preencha algumas informações sobre o negócio, como site, telefone, endereço e horários de funcionamento.

É importante que esses dados estejam sempre atualizados, já que é por meio deles que seus clientes saberão se a loja está aberta ou não, como podem entrar em contato, etc.

Lembre-se de que o Facebook é um dos primeiros resultados nos buscadores e, muitas vezes, é por meio dele que os clientes buscam esse tipo de informação sobre as empresas e não no site oficial.

6. Delegue funções na fan page

Ao entrar em “Configurações”, você identificará no menu a opção “Funções Administrativas”. Nesse painel, é possível inserir outras pessoas como responsáveis pela página. A rede social oferece diferentes perfis administrativos para a página, de acordo com as suas necessidades. São elas:

  • Administrador: com acesso total à página, pode alterar tudo.
  • Editor: consegue alterar a descrição da página, criar posts e anúncios, interagir com os clientes e ver informações da página para relatórios — como gráficos e estatísticas.
  • Moderador: pode interagir com o público, criar anúncios e ver dados para relatórios, mas não pode fazer posts.
  • Anunciante: consegue apenas criar anúncios e ver os dados para relatórios.
  • Analista: é o perfil mais simples, que apenas consegue ver dados para relatórios.

É importante criar diferentes perfis, mesmo que de amigos seus ou familiares (caso você não queira confiar essa responsabilidade a um funcionário), porque caso sua conta sejabloqueada pelo Facebook, você garante o acesso à fan page por outras contas.

7. Faça posts exclusivos

Antes mesmo de chamar seu público para curtir a fan page, crie pelo menos cinco posts e publique na página. Assim, as pessoas terão uma ideia do tipo de conteúdo que receberão e estarão mais motivadas a clicar no botão curtir.

Para fazer conteúdos realmente relevantes para o seu público-alvo, invista em uma linha visual personalizada para a sua empresa. Se for postar conteúdo que não é seu, dê o crédito. E procure escrever pouco. As pessoas preferem assistir a um vídeo ou curtir uma foto do que ler um textão, ainda mais de empresas.

A ideia é sempre chamar a atenção dos clientes, não afastá-los!

Na dúvida, pesquise referências de páginas que fazem sucesso na rede e tente entender por que o público gosta tanto do conteúdo delas.

8. Crie anúncios pagos

Uma opção que o Facebook oferece para as fan pages são os anúncios pagos. Com pouca verba, você consegue investir na página como um todo (para que as pessoas curtam a fan page) ou nos posts individualmente (para incentivar a interação com os mesmos).

O próprio Facebook apresenta alguns casos de sucesso para você se inspirar nas boas práticas para atrair mais clientes.

Sabendo os objetivos que você quer alcançar e reservando uma verba mensal para isso, você consegue alcançar milhares de pessoas, com diferentes formatos de anúncios e segmentação de público. Estude a melhor opção para a sua empresa e lembre-se de que toda campanha precisa ter menos que 20% de texto na imagem.

O valor que você vai investir em cada campanha depende do formato do anúncio e dos objetivos. Mas é importante que você conheça as diferentes formas de pagamento oferecidas:

  • Por impressão: pagamento por visualização do anúncio.
  • Por CPM: custo fixo para cada mil impressões.
  • Por custo por ação: pagamento por ações específicas, como curtidas na página, cliques em links, downloads de apps, etc.

Para cada tipo desses você consegue limitar pagamentos mínimos e máximos, tanto por dia quanto pela duração completa da campanha (chamada “lifetime budget”).

O valor mais baixo possível é US$ 1,00 e não há limite máximo, sendo que você pode ajustar a quantia ao longo da campanha, de acordo com os resultados (o Facebook mostra como o anúncio está indo, com gráficos, estatísticas, etc. na página de gerenciamento de anúncios).

Outra dica para criar uma campanha é ler o Guia de Anúncios da rede social, com mais explicações sobre formatos, tipos de conteúdo (foto, texto, vídeo), entre outros.

9. Interaja com seus clientes

Não se esqueça de que as redes sociais foram criadas para que as pessoas pudessem interagir entre si. E isso não é diferente entre as marcas e seus clientes.

Além de criar posts, é importante acompanhar os comentários que seu público faz neles, as mensagens que te mandam e posts que fazem na própria linha do tempo da fan page.

Responda aos seus clientes com carinho e paciência, mesmo quando o feedback deles for negativo. No mínimo, o comentário servirá como insight para alguma melhoria na sua empresa.

As interações entre empresas e clientes são tão importantes para o Facebook que foi criado até um selo para as marcas que respondem mais rápido aos seus fãs!

10. Acompanhe o andamento da fan page

Outro ponto importante para quem vai administrar a página da empresa é fazer relatórios periódicos sobre a performance dos posts e da fan page.

Faça uma análise de tempos em tempos de que tipo de conteúdo faz mais sucesso com seu público-alvo (para investir em mais posts nessa linha daqui pra frente) e aqueles que não dão muito certo (para não fazer mais).

Saiba se os anúncios estão dando certo ou não, se é preciso mudar a segmentação, o formato ou alguma outra diretriz nas próximas campanhas que for fazer.

Tirar insights da página fica fácil com os painéis no menu “Informações”, no topo da fan page. Acessíveis apenas para quem tem perfil administrativo, esses painéis oferecem uma série de dados, como:

  • Ações realizadas na página: quem curtiu ou clicou para saber mais informações sobre a marca no “Sobre”;
  • Visualizações da página: quem entrou na página, mesmo que não tenha clicado em nada;
  • Curtidas na página;
  • Alcance: número de pessoas alcançadas pelos posts;
  • Vídeos: quantas vezes as pessoas visualizaram os vídeos da página por pelo menos 3 segundos;
  • Eventos: engajamento nos eventos criados pela página;
  • Pessoas: perfil demográfico e geográfico do seu público;
  • Total de conversas: mensagens trocadas entre a empresa e seus clientes;
  • Capacidade de resposta: o tempo médio em que a marca responde ao público.

Todos esses dados (mostrados em gráficos, editáveis por período e baixáveis) servem para que a marca possa mensurar seus resultados de atuação no Facebook. A ideia é sempre otimizar esses números, por isso é tão importante acompanhá-los de perto.

Como qualquer ferramenta de marketing digital, o Facebook é um espaço que, para trazer resultados reais em vendas e fidelização de clientes, precisa ser bem utilizado.

Então se você quer mandar bem na sua fan page, estude bastante sobre esse meio e dedique tempo para se planejar, criar estratégias e campanhas matadoras — lembrando-se sempre da avaliação constante dos resultados e da interação com o público.

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14 jun Quais informações de vendas podem impulsionar o marketing?

marketing

Confira alguns insights valiosos que o seu time de vendas pode reunir para ajudar na estratégia de Marketing Digital de sua empresa.

Quando pensamos na relação entre vendas e marketing, automaticamente pensamos no sentido mais óbvio do fluxo das informações entre os departamentos: “o marketing gera os Leads qualificados para vendas”. E isso está perfeitamente correto. Porém, como o inverso pode acontecer?

A integração entre as duas áreas é assunto frequente e necessário para que os profissionais fiquem mais integrados e a empresa consiga atuar com foco no cliente nas suas necessidades e demandas. Por isso, é mais que necessário que o marketing – após gerar suas ações de captação, nutrição e qualificação – direcione o time comercial, para que ele compreenda a persona que foi utilizada, seu perfil, costumes e necessidades.

Ao integrar os sistemas de automação de marketing e um software CRM online, parte desse processo é facilitado pelas estratégia digitais, afinal, as informações da trajetória do Lead ficam disponíveis no histórico da negociação do executivo de vendas.

No entanto, isso não é suficiente. O que a ação de “fulano da silva interagiu com o material X, na data Y” significa, na prática, para o vendedor fazer um relacionamento de alto desempenho com o cliente?

Essa interação entre os departamentos evita que o marketing fale “português” e o vendedor fale “latim” com o cliente.

Porém, o objetivo desse texto é outro. Na verdade, é quase o inverso.

Os profissionais de marketing criam os materiais e geram Leads, tornando-os cada vez mais qualificados. Mas, muitas vezes, esses profissionais “derramam” oportunidades nos vendedores e colhem pouco do resultado e das informações geradas na negociação. E, como sabemos, o marketing precisa de uma constante validação de resultados, métricas e feedbacks para alinhar sua comunicação e, cada vez mais, melhorar as entregas das oportunidades.

Através de ferramentas de gestão de vendas, os vendedores criam um universo de informação relevante e estratégica. Veja abaixo algumas informações que o time de vendas pode passar para você melhorar suas campanhas de Marketing Digital.

Fontes de captação

Os negócios gerados chegam por diversas fontes. Por exemplo, eles podem ter sido gerados pela automação de marketing. Outros, porém, vieram por indicações, telefone, prospecção ativa, chat de atendimento, visita física, Google, LinkedIn, Facebook etc.

Ao registrar essas informações no software CRM, o vendedor informa para o marketing não apenas as fontes que geram maior volume, como também qual fonte converte mais. Assim poderá ver que, por exemplo, uma campanha de “indicação” gera mais oportunidades que o Facebook.

Campanhas de captação

As oportunidades, quando vêm de algum tipo de campanha, geram informações muito importantes para a área de vendas e para o marketing, além de ser uma informação muito relevante para um relacionamento mais próximo entre vendedor e cliente.

Assim que o vendedor identificar que o cliente veio de uma campanha, ele registra essa informação para que o marketing analise qual foi o volume de negócios gerados pela campanha e qual foi a mais efetiva. Vale lembrar que, como campanha, você pode analisar meios offline – eventos, por exemplo.

É importante saber que as campanhas também geram histórico para avaliar novas ações. Exemplo: “Vamos analisar a campanha de Natal do ano passado para saber se vamos fazer da mesma forma este ano”.

Fonte x Campanhas

Quando uma empresa explora o marketing de forma mais completa, em mais meios, uma campanha pode gerar oportunidades de fontes diferentes. Exemplo: na campanha de Natal, você pode explorar o Google, Facebook, anúncio em revista e prospecção ativa.

Então, as vendas geram informações estratégicas para informar qual fonte da campanha gerou mais resultado na criação das oportunidades, qual teve mais negócios ganhos etc.

Número de negócios qualificados em cada etapa do funil

O time de vendas também tem seu funil de vendas. Porém, além disso, o vendedor precisa qualificar seus negócio para que seja fácil de identificar uma oportunidade mais qualificada de outra menos qualificada (e isso não está relacionado às etapas do funil de vendas, está mais ligado, por exemplo, a “quantas estrelinhas” esse negócio merece).

Ao mensurar o desempenho dos negócios criados, o marketing pode analisar se os negócios estão evoluindo dentro do funil de vendas e se estão qualificados para a atividade de vendas.

Para saber como o funil de vendas, o foco em qualificação e outros conceitos de vendas interagem entre si, vale a pena estudar sobre “Os 4 Fs das vendas”.

Segmentos

Quando uma oportunidade é criada, muitas vezes o vendedor precisa identificar o segmento do cliente para, então, direcionar seu relacionamento.

Essa é outra informação relevante: saber quais segmentos geram mais oportunidades.

Motivos de perda

Essa informação é muito importante para o time de marketing criar novas campanhas ou melhorar sua comunicação na captação de novas oportunidades.

Qual o principal motivo de perda da empresa? Estamos mal posicionados no preço? Ou perdendo para concorrentes? Ou as oportunidades estão mal qualificadas, fora do perfil e por isso não estão gerando venda?

Essa informação do CRM funciona como métrica, mas também como fonte para novas campanhas, que vou explicar mais detalhadamente nos próximos tópicos.

Ticket Médio

Quando o negócio evolui e o vendedor negocia valores, o marketing consegue acompanhar o valor do ticket médio dos negócios. Além disso, consegue ver o valor negociado em cada etapa do funil de vendas.

É uma informação interessante para acompanhar o crescimento do retorno do investimento feito na captação do cliente.

Multivendas

Como o nome diz, multivenda é quando o vendedor faz múltiplas vendas com o cliente ou prospect, com base no negócio ganho ou perdido anteriormente.

Seja para cross-selling, fazer relacionamento, tentar a retomada de uma oportunidade etc., o vendedor consegue antecipar a demanda de um cliente no futuro. Como ele pode ter o registro das informações no CRM, ele consegue criar negócio atrás de negócio para aumentar os resultados comerciais.

É uma informação que pode ser identificada pelo marketing para manter a fidelidade dos clientes.

Organizações fiéis ou frequentes

É comum que o marketing faça incentivos ou campanhas com clientes fiéis (pelo menos no final de ano isso é muito frequente). Esses clientes são aquelas organizações que, por exemplo, tiveram entre 5 e 10 negócios ganhos no ano. Essa informação no CRM das vendas é motivo para o marketing tratar essa pessoa com carinho ou é uma opção para gerar mais demanda.

Também existem aquelas organizações que toda semana estão em contato com o vendedor, mas tiveram poucos negócios: “empresa tem entre 10 e 20 negócios perdidos”. Será que isso não é uma oportunidade para o marketing educar melhor essas pessoas para que fiquem mais dispostas a comprar?

Perfil do vendedor

Por mais alinhada que um equipe comercial seja, pessoas são pessoas, ou seja, cada um tem um perfil e uma característica. De posse disso, o profissional de marketing pode trabalhar Lead e materiais de acordo com cada executivo.

A partir dessas segmentações, certamente o vendedor passará a ter uma taxa de conversão maior dos negócios em vendas.

“Self Service” para negócios ganhos

Quando um cliente é ganho no CRM ele pode cair, automaticamente, em uma determinada lista de nutrição na sua automação de marketing.

Na prática significa que, a partir do momento que o vendedor VENDE, o cliente continuará recebendo materiais para aproveitar seu produto/serviço.

Essa integração entre sistemas é chamada de integração “self service”, em que suas próprias oportunidades abastecem as automações.

Cruzamento dessas informações

Através dos dados gerados pelos vendedores no sistema de CRM, o marketing consegue criar informações para criar listas para sua comunicação, de forma segmentada e direcionada para objetivos específicos.

Abaixo listei alguns exemplos, que podem se tornar insights:

  1. Para privilegiar cross-selling, o marketing pode: Pegar os contatos de todos os negócios GANHOS do produto X que foram fechados no ano passado e que vieram da campanha “Divulgação especial do produto Y”;
  2. Para retomar negócios perdidos, o marketing pode: Pegar os contatos de todos os negócios PERDIDOS por causa do preço no mês passado e que vieram da fonte que melhor converte em vendas;
  3. Para ações promocionais, o marketing pode: Selecionar um segmento de mercado e fazer uma mensagem direcionada;
  4. Para gerar negócios para um vendedor, o marketing pode: Filtrar todos os negócios (ganhos, abertos e perdidos) que tiveram proposta enviada, foram qualificados com 4 estrelas, vieram da melhor fonte e campanha da empresa e que foram criados em janeiro.

As opções de cruzamento de informações são praticamente infinitas.

Métricas

Os vendedores e gerentes comerciais devem mensurar o desempenho da área de vendas, tanto para buscar melhorias de desempenho quanto para alinhar a equipe em busca das metas e, também, para entregar informações relevantes para o marketing.

Veja: Métricas importantes para a área de vendas

Em contrapartida, o marketing também deve estar próximo das vendas, entendendo que ele tem uma base enorme de informações estratégicas na própria empresa e também que, muitas vezes, não é preciso “ir ao mercado” para buscar novos negócios. Basta aproveitar o trabalho que já foi feito.

Vale lembrar que, se o contato teve algum tipo de interação com o time de vendas, ele já passou por um processo mínimo de qualificação e interesse. Por isso, se o marketing conseguir segmentar e filtrar as informações relevantes, para criar campanhas e automações segmentadas ele “retroalimenta” sua base, podendo gerar vendas com um baixo custo de captação.

Além, é claro, de deixar as duas áreas cada vez mais integradas e produtivas.

Esse guest post feito por Luis Lourenço, CEO do Plug CRM, software de CRM Online para pequenas e médias empresas.

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