28 set LinkedIn anuncia atualizações para aumentar engajamento; veja o que muda

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As atualizações representam uma das maiores mudanças já feitas na rede social – estão previstos uma nova interface, um feed de notícias por interesse e melhorias no serviço de mensagens, dentre outros.

O LinkedIn anunciou uma série de reformulações com a finalidade de impulsionar o engajamento dos usuários. As atualizações representam a maior mudança já feita na versão desktop da rede social – estão previstos uma nova interface, um feed de notícias por interesse e melhorias no serviço de mensagens, dentre outros.

Em um comunicado postado no blog do LinkedIn, o CEO da empresa, Jeff Weiner, disse querer que seus 450 milhões de membros “usem a rede social para serem produtivos e bem-sucedidos, além de ficarem conectados e informados, avançando em suas carreiras”. As atualizações fazem parte de uma série de mudanças que iniciaram ano passado – antes ainda da aquisição da companhia pela Microsoft, em junho deste ano – com o lançamento do novo aplicativo móvel.

As mudanças serão implantadas em setembro nos Estados Unidos. No Brasil, a previsão é de que parte da atualização esteja disponível em outubro. Veja abaixo as principais novidades:

Nova interface para desktop

A nova interface para desktop do LinkedIn será mais limpa, simples e intuitiva, para que os usuários acessem as ofertas de empregos, informações e insights de que necessitam. A ideia é que os profissionais estejam mais bem preparados para suas reuniões diárias ou aprendam uma nova habilidade de que precisam. “É o maior redesign desde a origem do LinkedIn, e a base para nosso futuro”, diz o comunicado.

Accelerating LinkedIn’s Vision Through Innovation from LinkedIn

Feed organizado por interesse

A ideia do novo feed do LinkedIn é informar os profissionais com as notícias mais relevantes sobre indústria e tendências: “queremos que os profissionais venham até o LinkedIn diariamente para conseguir a informação certa sobre o que é tendência na sua companhia, na sua indústria e nas notícias”.

Atualmente, a rede social recebe 160 mil textos em formato longform (textos extensos, voltados à publicação online) por semana, além de contar com conteúdo produzido por mais de 500 influencers. Para tornar mais fácil para os usuários encontrarem o conteúdo que faz mais sentido para eles, o feed passa a ser organizado também por interesse.

Esse feed personalizado será proporcionado por uma combinação de algoritmos, tendo como base os assuntos de interesse dos usuários combinados com dados como profissão, indústria, empresa e região.

Mensagens mais inteligentes

Desde que o novo aplicativo móvel do LinkedIn foi lançado no ano passado, a companhia disse ter visto um aumento de 240% no número de mensagens enviadas. Por isso, a ideia é oferecer uma plataforma de mensagens que habilite ainda mais o usuário a entrar em contato com outra pessoa em qualquer lugar que esteja no LinkedIn. A atualização também prevê robôs que enviam mensagens para ajudar os usuários a programarem seus compromissos.

Plataforma de learning

O LinkedIn acredita que existe uma necessidade crítica de ajudar pessoas a adquirirem novas habilidades por meio de uma experiência de aprendizagem personalizada, data driven e engajadora. Por isso, lança o LinkedIn Learning, que combinará conteúdo do Lynda.com – plataforma de estudos online subsidiária do LinkedIn – com os dados da rede social, para oferecer cursos direcionados.

Como já falamos , o LinkedIn é uma plataforma muito relevante para gerar resultados para sua empresa. Por isso, é importante estar por dentro das suas atualizações.

Fonte: Resultados Digitais

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20 set CAC: Entenda a Métrica de Custo de Aquisição de Clientes

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Você por acaso sabe quanto gasta para atrair, encantar, envolver e converter um cliente? Será que essa métrica é importante para sua empresa? Quantas vezes você já se perguntou se seus esforços de marketing realmente valem a pena? As repostas para essas e tantas outras perguntas podem ser facilmente obtidas com o cálculo do Custo de Aquisição de Clientes (CAC) do seu negócio. Neste post você vai entender o que é essa métrica e como ela pode influenciar o desenvolvimento da sua empresa. Pronto para continuar?

O que é o Custo de Aquisição de Clientes?

Do inglês Customer Aquisition Cost, o CAC é uma métrica que revela o quanto é gasto para se conquistar um novo cliente. Conhecer esse custo permite que você determine com maior precisão suas metas de vendas e seu orçamento de marketing, otimizando recursos para maximizar resultados. O cálculo é tão simples que você nem sequer precisa de uma calculadora para fazê-lo: basta dividir o investimento em marketing e vendas pelo número de clientes conquistado! Vale lembrar que esse índice é calculado dentro de determinado período de tempo — que pode ser mensal, trimestral, semestral ou até anual. O importante é guardar que quanto menor for seu CAC, mais lucrativa é sua empresa.

E como reduzir seu CAC?

Como o Custo de Aquisição de Clientes impacta diretamente na lucratividade da sua empresa, é bom ficar sempre de olho no que ele vem indicando. Sendo assim, separamos algumas dicas para você conseguir reduzir seu CAC de modo a tornar seu negócio cada vez mais eficiente e rentável:

Invista em inbound marketing

Segundo pesquisas, quem investe na tendência do inbound consegue reduzir seus custos de marketing em até 62%! E a verdade é que se você investe menos no marketing da sua empresa consequentemente reduz seu Custo de Aquisição de Clientes.

Nutra adequadamente seus leads

Educar seu público-alvo sobre o mercado é a maneira mais eficaz de acelerar seu ciclo de vendas, uma vez que leads mais qualificados tomam decisões mais rapidamente e não exigem tanto trabalho do seu time de vendas no momento da decisão de compra.

Alinhe marketing e vendas

Quando marketing e vendas trabalham em conjunto, com o mesmo entendimento sobre personas, funil de vendas, metas e leads qualificados, você automaticamente percebe uma queda na ocorrência de falhas, assim como uma significativa melhoria na performance de ambos os times, que passam a contar com processos integrados, foco em resultados e Custo de Aquisição de Clientes reduzido.

Compreenda a jornada do consumidor

A jornada do consumidor nada mais é que o trajeto que ele faz até se tornar um cliente efetivo da empresa, compreendendo todas as suas interações com seu fluxo de nutrição. Se você conhece de fato a jornada do consumidor, cria conteúdos certeiros para envolver seus leads e levá-los pelo funil de vendas com muito mais agilidade, convertendo mais clientes em menos tempo.

Faça testes A/B

Testes A/B são perfeitos para validar estratégias de marketing digital. Por meio deles, apenas com pequenas alterações no design do site, das landing pages, do seu blog ou dos links patrocinados você já pode comprovar, sem margem para erros, qual é a melhor estratégia, o melhor design e o melhor conteúdo para atingir seus leads com precisão, convertendo-os mais rapidamente. Sendo mais efetivo nas estratégias de marketing, seu CAC diminui proporcionalmente.

Agora chegou a hora de colocar essas estratégias em ação para ver sua empresa mais lucrativa! Ah, e não deixe de assinar a nossa newsletter para receber em primeira mão conteúdos exclusivos que certamente ajudarão sua empresa a melhorar ainda mais seus resultados!

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20 set Reduzindo seu custo de aquisição de cliente com automação de marketing e vendas

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Nos dias atuais, vemos as startups crescerem de maneira exponencial. Os desenvolvedores têm várias possibilidades de trabalho — seja nas áreas de desenvolvimento das empresas, seja atuando como freelancer — e têm trabalhado muito com o desenvolvimento do seu próprio negócio por meio de startups. Mesmo existindo uma série de investidores dispostos a arcar com custos e conhecimentos que costumam faltar em alguns desenvolvedores, é importante que os profissionais desenvolvam outras habilidades para que não fiquem totalmente dependentes dos investidores.

Embora a maioria dos desenvolvedores tenha um bom conhecimento do mercado, das métricas, de valores, tecnologias, metodologias, prazos etc., alguns não conseguem evoluir muito suas startups porque lhes falta algum conhecimento sobre marketing e vendas, principalmente no que se refere a custo de aquisição de cliente.

Dentre as métricas que uma startup deve ter sempre em seu radar, o custo de aquisição de cliente (ou CAC, na sigla em inglês) é uma das mais importantes. Ele equivale ao custo total de vendas e marketing dividido pelo número de negócios fechados. Ou seja, quanto mais baixo, melhor.

Da fórmula, pode-se extrair duas maneiras diretas de reduzir o CAC de uma empresa: cortar os custos dos departamentos responsáveis pela conversão de um prospect em cliente, ou aumentar a eficiência de sua equipe no trabalho de aquisição (a primeira solução deve ser mais uma consequência da segunda, pois, sozinha, pode afetar seus resultados).

Esses objetivos podem ser alcançados com a implementação de um ciclo de vendas mais simples, que não requer muito esforço da sua equipe para fechar negócios e permite a ela se dedicar a mais oportunidades.

O modelo de vendas low-touch é um exemplo. Ele é definido pelo contato humano mínimo entre representantes comerciais e potenciais clientes, além de ter como modus operandi a automação de tarefas manuais e repetitivas de marketing e vendas, o que traz escalabilidade.

O low-touch não é exclusivo delas, mas, neste artigo, vamos focar principalmente na operação de empresas de tecnologia que vendem software como serviço. Para um guia completo sobre o modelo, recomendo a leitura do ebook Construindo um processo de vendas low-touch: Escale processos, reduza custos e gere mais vendas com Inbound Marketing e automação de vendas, produzido pela iugu e pela Resultados Digitais.

Automatizando o ciclo de vendas

Imagine um funil de marketing e vendas básico, com as etapas de conversão a seguir: 1) prospect > lead, 2) lead > oportunidade, 3) oportunidade > cliente. As duas primeiras ficam por conta da equipe de marketing; a última, do time de vendas.

Para automatizar o avanço dos seus potenciais clientes nesse funil e, consequentemente, na jornada de compra, é crucial que você mapeie todos os eventos em seu site que indiquem as conversões, as mudanças de status de um prospect até se tornar cliente. Ferramentas como Mixpanel, Webengage e Kissmetrics podem ajudar com isso.

Vale dizer que o inbound marketing, ou marketing de atração, é um grande aliado do modelo low-touch. Em vez de buscar ativamente clientes em potencial, o inbound faz com que eles cheguem até você, o que requer um investimento menor do que o marketing tradicional.

Com landing pages voltadas para a distribuição de conteúdo de qualidade, você deve captar as informações de visitantes em seu site, que até então era anônimos, enquanto se tornam leads. Esses dados de identificação vão alimentar os próximos níveis da automação de marketing: a segmentação e a nutrição desses leads.

Um processo de vendas automatizado vai aproveitar essas informações (nome da empresa, cargo, indústria, receita estimada etc.) para dividir os leads em diferentes grupos que atendam ao melhor critério da sua operação. Quanto mais precisa for a segmentação, maior pertinência e aderência vai ter a sua comunicação na fase de nutrição.

Essa comunicação – e-mails, mensagens dentro do app, entre outros meios, oferecendo mais conteúdo para os leads – já deve estar pronta e apenas responder a gatilhos do próprio lead ou de tempo (“Enviar e-mail XPTO três dias depois da primeira comunicação com o lead”), que estarão espalhados por todo o seu fluxo de automação.

Cada interação desse lead deve ser pontuada segundo o grau de importância dessa interação no seu processo. Essa prática, conhecida como lead scoring, ajuda também a identificar quais deles merecem ser abordados pela sua equipe de vendas.

Seus leads vão se tornar oportunidades quando mostrarem interesse em materiais comerciais (tabela de preços, lista de funcionalidades, por exemplo), pedirem uma demonstração online do seu produto/serviço, abrirem uma conta gratuita na sua solução ou iniciarem um período de testes. Nada exclui, neste momento, aquela mínima interação humana do modelo low-touch, que pode acelerar o fechamento do negócio.

Onboarding

Se seu serviço tem uma versão freemium ou um período de testes, a automação segue no processo de onboarding, que deve satisfazer as expectativas iniciais dos seus potenciais clientes.

O mapeamento de eventos ainda é regra. Entreviste seus clientes para entender que ações eles tomaram no freemium ou no trial até sentirem que sua solução era a ideal para eles. Com esses milestones em mente, guie os novos usuários pelos mesmos caminhos.

Mais importante ainda: elimine todos os obstáculos que poderiam fazer usuários desistirem da compra. A contratação deve ocorrer dentro da sua solução, sem que haja necessidade de uma ligação para o setor de vendas ou o redirecionamento para uma página externa.

Caso você já tiver informações de cartão de crédito do usuário no início do período de testes, pode fazer a primeira cobrança automaticamente ao fim do trial, por exemplo. Ou, se sua solução for freemium, pode recomendar o upgrade automático de plano no momento em que o usuário tentar usar uma funcionalidade de um pacote pago.

Fica claro agora como um modelo de vendas low-touch, menos complexo, pode reduzir o CAC do seu negócio, certo? A eficiência da sua equipe de aquisição pode aumentar muito com um processo quase todo automatizado. Só tenha em mente que ele não é exato e único: requer constante otimização por meio de testes e análises de desempenho.

Fonte: Imaster

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13 set Facebook lança hoje novo recurso voltado a publicitários

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O Facebook anuncia hoje o lançamento do terceiro pilar da família Blueprint: a Certificação Blueprint – um programa de credenciamento global do Facebook. Considerado um dos programas de treinamento mais avançados do mercado, ele certifica o nível de especialização do profissional na família de produtos e serviços do Facebook, o que inclui as ferramentas de anúncio do Instagram e Messenger.

No mundo dinâmico do marketing digital, pode ser difícil se manter atualizado sobre todas as ferramentas e oportunidades disponíveis pela família de produtos e serviços do Facebook. Além disso, o Facebook oferece o Blueprint, que é uma plataforma de educação para ajudar os anunciantes a extraírem o máximo das ferramentas de marketing oferecidas. Com mais de um milhão de inscritos, ele tem ajudado profissionais de marketing e empresas – de todos os tamanhos – por meio dos Módulos Online do Blueprint, que são gratuitos e qualquer um pode acessar, e dos treinamentos em primeira mão do Blueprint live, que são realizados presencialmente com agências e chegou ao Brasil no começo desse ano.

A Certificação Blueprint possibilita ao profissional, independentemente do cargo que exerce, ter um melhor entendimento das ferramentas de anúncio do Facebook para maximizar o ROI, além de oferecer às empresas um modo de desenvolver e reter pessoas especializadas nas soluções do Facebook. A Certificação Blueprint não é apenas o mais rigoroso e confiável método de medição dos conhecimentos das competências de propaganda do Facebook, mas é a única oficialmente reconhecida por nós.

Como funciona a Certificação Blueprint?

Atualmente, existem dois caminhos de certificação disponíveis: o Certificado Profissional de Planejamento em Facebook e o Certificado Profissional de Compra no Facebook. Uma vez que o indivíduo tenha selecionado o caminho de certificação desejado, ele também terá a oportunidade de se preparar com o Exame de Competências Gerais de Propaganda. Todos eles foram elaborados seguindo um sistema de entendimento e aplicação das habilidades necessárias. Para a maioria dos casos, os exames podem ser conduzidos com um inspetor online na conveniência e privacidade em suas casas ou no trabalho.

Uma vez que são aprovadas nos testes elas recebem um badge virtual que pode ser verificado online por qualquer um que ele tenha selecionado para compartilhar. Obadge, ou crachá, da Certificação Blueprint pode ser publicado no Facebook ou qualquer outra rede social, incorporado em um website e blog ou, até mesmo, em assinaturas de e-mails ou em currículos eletrônicos. A certificação deve ser renovada anualmente para demonstrar uma proficiência contínua e ter uma manutenção do status de certificação conforme a família de produtos e serviços do Facebook evolui.

A Certificação Blueprint está disponível globalmente. Inicialmente, todos os exames estarão disponíveis em inglês, com outros idiomas sendo liberados de forma gradual.

Alguns números sobre a ferramenta

Atualmente, já existem um milhão de usuários que aprendem com o Blueprint. Seu tempo gasto, em média, para cada curso é mais de 20 minutos. Até agora, os cursos mais acessados são o Terminologia do Facebook, Bem-vindo ao Marketing no Facebook, Melhores Práticas para Marcas, Campanhas bem-sucedidas e o Teste A/B. Os países que mais usam a plataforma são EUA, Índia, Brasil, México e Coréia do Sul.

 

Fonte:Adnews

 

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12 set O Novo Google Keyword Planner: como as mudanças afetam o seu marketing

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Se você faz parte dos 70% de empresas que já investem em marketing de conteúdo, definitivamente já utilizou a ferramenta de palavras-chave do Google Adwords, o Keyword Planner.

Seja para fazer campanhas pagas, verificar variações de palavras-chave ou identificar o volume de buscas de uma palavra-chave específica. A ferramenta com certeza já foi sua aliada.

Se não, deveria!

Talvez você já tenha percebido que o Planner sofreu algumas alterações, mas se ainda não viu nós vamos mostrar para vocês.

Antes de tudo você precisa entender uma coisa: essas mudanças são grandes e podem trazer um grande impacto na forma como usamos a ferramenta.

Sem mais delongas, confira o que mudou e saiba como lidar com isso:

As novidades no Keyword Planner

As mudanças começaram em meados de julho, quando diversos sites grandes americanos como a Moz, Search Engine Land e Search Engine Journal reportaram uma mudança que poderia ser impactante para as pessoas:

O agrupamento de palavras similares.

Veja bem: antigamente se buscássemos SEO, ou Search Engine Optimization, o Google nos apresentaria resultados diferentes. O volume dessas palavras não seria o mesmo.

Mas, como podemos ver no print abaixo (retirado do Search Engine Watch), com o agrupamento, o Google apresenta os mesmos resultados para essas palavras-chave.

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No seu Twitter, o Google confirmou as mudanças na ferramenta através do seu perfil.

Você pode conferir nesse print:

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Aparentemente o Google estava agrupando:

  • Plurais
  • Variações
  • Acrônimos (como SEO)
  • Palavras com espaços
  • Palavras com hífens
  • Erros de digitação leves (optimization/optimisation, como vemos no print acima)

Isso pode gerar impactos, afinal palavras semelhantes podem ter um sentido e um valor bem diferentes.

Essa mudança não estava sendo confirmada para todos os usuários no Brasil, mas tivemos experiências com algumas palavras sendo agrupadas.

Isso não foi tudo

Aparentemente essas mudanças surgiram para culminar no que vimos hoje. Ao realizarmos uma busca, os resultados não foram mais tão exatos como costumavam ser.

Se antes buscássemos Marketing Digital, encontraríamos uma resposta quase exata como: 130.000

Já hoje, a realidade foi outra:

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O resultado, antes altamente aproximado de um número exato, apresentou uma gigantesca margem de erro.

Ou seja, atualmente você dificilmente identificará um número muito preciso para definir as suas palavras-chave na produção de conteúdo do seu blog.

Shut up and take my money

Obviamente essas mudanças possuem uma motivação lógica: dinheiro

Aparentemente, se você tiver campanhas ativas no Google Adwords, ainda visualizará os resultados da mesma maneira que víamos antes, de forma mais próxima à realidade. Ou seja, enquanto você tiver investindo no Google Adwords, encontrará resultados mais assertivos para as palavras-chave.

O que fazer?

Não se preocupe, você ainda tem algumas opções para combater isso.

Você pode pagar e investir em Adwords para continuar vendo o seu volume de palavras-chave ou utilizar outras ferramentas para identificar resultados mais próximos aos que você procura.

Podemos sugerir o SEMrush, que apresenta uma excelente precisão quanto a resultados de volumes de buscas. Apesar de não ter a mesma precisão do antigo Keyword Planner, ele ainda sim pode apresentar boas respostas e ajudar bastante na escolha de palavras-chave para o seu blog.

Um pequeno problema do SEMrush é para long tails mais específicas, ele não encontra os resultados de palavras-chave com um número de buscas muito baixo.

Para aprender a mexer no SEMrush com primor, veja esse tutorial incrível criado pelo nosso gerente de Conteúto Renato Mesquita:

O futuro ainda é nebuloso e em breve atualizaremos esse conteúdo com maiores informações e soluções para você continuar escolhendo as melhores palavras-chave para o seu negócio!

Fonte: Marketing de Conteúdo

 

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09 set Esqueça os 4 P’s; foque os 4 M’s do marketing

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Há 56 anos, E. Jerome McCarthy concebeu os quatro P’s do marketing: produto, preço, ponto de venda e promoção.
Hoje, o produto ainda é o ponto de partida para a maioria dos programas de marketing, mas os outros três P’s não são particularmente úteis. Preço é entendido como sendo parte do produto. Ponto de venda e promoção são conceitos confusos.

Em vez dos 4 P’s, a combinação de marketing para o século XXI deve incluir os 4 M’s: merchandise, mercado, mídia e mensagem.

Passo 1: merchandise
Nas cinco décadas desde que McCarthy propôs os 4 P’s pela primeira vez, o conceito de marketing ampliou-se para incluir muitos outros conceitos além de produtos: serviços, pessoas, ideias, movimentos, organizações, cidades, estados, países e outras inúmeras ideias conceituais. E todas poderiam beneficiar-se do pensamento e execução de marketing.

Em vez do produto, talvez um termo para melhor descrever a identidade a ser comercializada seja o merchandise, que pode incluir quase qualquer elemento.

Então, o primeiro passo em qualquer programa de marketing é identificar seu merchandise em detalhes. Seu nome, preço concorrência, tamanho, peso, lugar na mente dos consumidores.

Passo 2: mercado
Uma das principais razões para aderir à abordagem do marketing mix é a ordem dos passos. Como a maior parte dos profissionais de marketing concordam, o primeiro passo é um estudo meticuloso do produto, do serviço ou ideia conceitual a serem trabalhados.

O segundo passo é identificar o mercado a ser conquistado. Ainda assim, muitos profissionais pulam essa etapa e vão direto para o quarto passo: mensagem.

No início desse ano, o Advertising Age e o Automotive News publicaram reportagens sobre os novos esforços publicitários da Nissan. Christian Meunier, novo chefe de vendas dos EUA, classificou a marca como “vaga”, a despeito dos bilhões de dólares investidos em anúncios.

Então ele trancou um grupo de 40 profissionais de quatro agências em uma sala durante duas semanas, com o intuito de gerar novas ideias.

A ideia que eles desenvolveram? Comerciais que mostram como carros e caminhões da Nissan podem ajudar consumidores a superar desafios diários, do atraso ao deixar as crianças na escola às poças no meio da rua.

Intitulada “Take on”, a nova campanha segue com o slogan da Nissan, “Innovation that excites”.

Mas o qual é o mercado para os veículos da Nissan? Uma marca que inclui sedãs, carros esportivos, SUV’s, vans, minivans, caminhões e automóveis comerciais. E, é claro, carros elétricos. Esse é o pensamento típico: mudar do Passo 1 para o Passo 4 sem descobrir primeiro o que o Passo 2 significa.

Marketing é como guerra. Nenhum general militar atacaria todos os frontes. Mas o ponto de ataque é crucial para o sucesso de longo prazo de um exército. E o mesmo vale para o marketing.

Com frequência, uma empresa precisa mudar sua linha de produto para começar em um novo mercado. A Subaru deixou de lado todos os veículos de duas rodas para focar nos de quatro rodas.

Por que o Starbucks é tão bem-sucedido (com vendas domésticas de US$ 16 bilhões no ano passado, a rede fica atrás somente do McDonald’s em faturamento de restaurantes)?

Você pode presumir que o Starbucks está vencendo a guerra dos cafés somente pela qualidade do café. Mas essa é apenas uma parte da resposta. A loja está focada no mercado de café de alta capacidade, com um preço bom e um ambiente que realce esse ideário.

“Fourbucks”, um apelido utilizado por muitos consumidores, apenas reforçou a posição da marca nesse mercado de alta performance.

Contanto que exista concorrência no mercado de trabalho, você não pode buscar agradar a todos como a Nissan está tentando fazer. Isso não é marketing. Passo 2: o mercado é absolutamente decisivo. Escolha um segmento para focar.

Passo 3: mídia
A próxima decisão mais importante é a mídia. Se você está lançando uma nova marca, sua escolha óbvia é RP.
É exatamente assim que Howard Schultz construiu a marca Starbucks. “É difícil lançar um produto por meio de publicidade porque os clientes não prestam atenção como no passado”, disse.

Nesses primeiros dez anos, a rede investiu apenas US$ 10 milhões em publicidade. E lançou sua primeira campanha para a TV aos 26 anos de operação.

Muitos gerentes de marca acreditam que uma campanha deva ser espalhar os recursos de marketing sobre um conjunto de mídia. Acho que isso está errado.

Cada meio tem suas vantagens e desvantagens. Para eficiência máxima, acredito que uma campanha de marketing deva focar o meio que funciona melhor para seu produto ou serviço.

Cinco anos atrás, o departamento médio de marketing investia 38% de seu budget publicitário em TV. Ano passado, esse mesmo núcleo destinou a mesma porcentagem à TV.

A tendência digital é boa ou não? Depende do produto. Cada produto ou serviço funciona melhor em um determinado meio.

A TV é melhor para marcas de mercado de massa, marcas que possam utilizar demonstrações de produto para concorrer com as rivais.

Impresso funciona melhor para marcas de luxo como relógios e joias.

Rádio é melhor para marcas com mensagens verbais mais fortes, especialmente se a mensagem pode ser expressada em rima ou aliteração.

Internet é melhor para marcas pioneiras em novas categorias. E marcas lançadas na internet com campanhas de vídeo, não apenas mensagens de texto.

Passo 4: mensagem
O marketing mix termina com a seleção da mensagem. Uma punica ideia expressada em um meio com apenas um target.
Com que frequência isso ocorre? Quase nunca. Por quatro motivos.

Merchandise é a mistura de muitos produtos e serviços. Pegue as quatro montadoras líderes: Ford, Chevrolet, Toyota e Honda. Todas fazem todos os tipos de veículos.

Mercado. Quando se faz tudo sob o nome de uma única marca, você não tem um target no qual mirar. É preciso atirar para todos os lados.

Mídia. Uma linha ampla de produtos para todo mundo não pende para meio específico algum. Para promover uma linha vasta de produtos é necessário ter opções de mídia.

Mensagem. Não surpreende que os slogans de quatro das maiores marcas de automóveis são:

Ford: “Go Further”.
Chevrolet: “Find new roads”.
Toyota: “Let’s go places”.
Honda: “The power of dreams”.

Ano passado, essas quatro marcas investiram um montante de US$ de 2,4 bilhões em publicidade. Talvez essas quatro marcas possam aderir a essa lógica de marketing mix.

Fonte:Meio & Mensagem

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