16 mar Quando se trata de ecommerce, fica difícil não falar sobre anúncios pagos (adwords) como uma alternativa a curto-prazo para crescer as vendas.

Se você é lojista  provavelmente já sabe que o desempenho em vendas do seu e-commerce está proporcionalmente ligado ao seu número de visitantes; e não só isso, mas também a sua qualidade – de nada adianta atrair vegetarianos para uma loja de artigos para fascinados em bacon.

É importante considerar que nada fará seus pedidos aumentarem significativamente de uma semana para a outra de forma tão eficaz quanto um investimento planejado em anúncios pagos, principalmente em Google AdWords, que veicula seus produtos na maior rede de busca de produtos do mundo, o Google.

Na maioria dos casos, quando falamos de uma loja nova que ainda não possui uma audiência própria e reconhecimento de marca, suas vendas acabam sendo totalmente dependentes de anúncios.

O que é o Google Shopping e porque sua loja deveria usá-lo?

O Google Shopping é uma forma que o google encontrou de entregar produtos que os usuários estão procurando no buscador, de forma organizada e eficaz.

Esses produtos são separados por nome, preço e loja em que estão disponíveis. As informações são entregues no formato de carrossel, o que torna tudo muito intuitivo.

E quer saber da melhor?

A principal vantagem de anunciar no google shopping é que os resultados aparecem no topo do google, antes mesmo dos anúncios pagos para a rede de busca!

google shopping
Se até a busca se tornou mais responsiva, imagina a importância que o google dá para isso?

Os anúncios tem significativo destaque, tanto no desktop quanto em dispositivos móveis – que aliás, sofreu um pequeno redesign ano passado para ficar ainda mais notável em smartphones.

Como anunciar meus produtos no Google Shopping?

Inserir os produtos da sua loja no Google Shopping é muito simples!

São necessários três passos e aí pronto, você estará utilizando a forma de anúncios mais recomendada para ecommerces: usamos o Google Shopping para nosso cliente, Lua Pratas (um ecommerce de Berloques, Anéis e Pulseiras), e adivinha só?

Os anúncios do google shopping geram 5x mais conversões por um custo bem menor em relação aos demais anúncios na rede de display e busca.

1° passo: configurando seu arquivo XML

A primeira coisa que você precisa ter em mãos para começar a anunciar, é um arquivo XML contendo todos os produtos da sua loja, com preço, nome, categoria e quantidade.

Se você utiliza uma plataforma de ecommerce, parabéns! A maioria delas oferecem o arquivo XML prontinho para o Google Shopping. Caso sua loja não ofereça essa função, veja como criar o arquivo aqui.

2° passo: se cadastrando no Google Merchant Center

Com o arquivo XML da sua loja em mãos, basta seguir para o próximo passo: faça um cadastro no Google Merchant Center. Após inserir todas as informações para usar o GMC, basta clicar em “produtos”, depois em “feeds” e subir o seu arquivo XML.

Não se esqueça de configurar o país de destino e demais opções na hora de subir seu feed.

3° passo: integrando o Google Merchant Center a sua conta do AdWords

Agora que seu feed está no Google Merchant Center, a sua conta do Google AdWords precisa enxergá-lo para poder criar campanhas com os seus produtos.

Para isso, vá na sua conta do Google Merchant Center, no menu suspenso do ícone de três pontos, clique em “Vinculação de contas” e selecione “Google AdWords”. Basta digitar o ID da sua conta do Google AdWords, clicar em “adicionar” e pronto!

Agora basta acessar o Google AdWords e criar uma nova campanha do Google Shopping.

FAQ – Dúvidas comuns

O ID de cliente fica na parte superior de qualquer página do Google AdWords quando você está conectado, perto do seu endereço de e-mail.

É possível vincular várias contas do Google AdWords a uma única conta do Google Merchant Center, e uma conta do Google AdWords pode ser vinculada a várias contas do Google Merchant Center.

Dicas: site responsivo, otimização de anúncios e remarketing

Após configurar e iniciar suas campanhas no Google Shopping, você irá perceber que elas possuem uma performance bastante superior – quando falamos em vender produtospela web – em relação aos anúncios na rede de display e busca.

Porém, ainda vou te dar mais algumas dicas!

Não custa finalizar a leitura. ?

google shopping
O remarketing é uma função para anúncios muito poderosa para recuperar visitantes e vendas perdidas

A primeira delas é: não use só um tipo de anúncio! Aproveite cada um deles pensando em cada etapa do consumidor.

Quer um exemplo? Use os anúncios da rede de busca para pesquisas especificas, de preferência cauda longa, como “tênis adidas superstar azul tamanho 40”.

Esse tipo de busca tem uma ocorrência menor do que “tênis adidas”, mas é muito mais exata, o usuário sabe exatamente o que quer. Aproveite para entregar isto a ele com um bônus: informe que sua loja tem frete grátis!

A outra dica é aproveitar a rede de display para remarketing. Esse tipo de anuncio possui um CPC muito barato, mas a qualidade dos cliques não é lá tão alta justamente porque o usuário não está procurando por nada no momento do clique.

É seu banner que está por aí, vagando em algum blog ou parceiro da rede de display.

Mas quer saber de algo fantástico? Esse tipo de anuncio funciona muito bem para remarketing! Use e abuse do poder de atingir usuários que já visitaram sua loja, e até crie campanhas exclusivas pra quem abandonou o carrinho de compras.

Caso tenha interesse em configurar o remarketing na sua loja, o próprio google adwords possui toda uma documentação para isso.

E por último, lembre-se que se o seu website não for responsivo(Celular , Tablet), provavelmente você já estará perdendo 50% das suas futuras vendas, logo quando os usuários perceberem que sua página não se adapta ao seu dispositivo móvel, desistindo da visita (fechando ou voltando a janela).

 

Ainda tem Dúvidas?

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14 mar Dia do Consumidor deve registrar alta de 10% nas vendas do e-commerce, diz Ebit

Celebrado no dia 14 de março, o Dia do Consumidor virou uma data de promoções no comércio eletrônico e deve gerar um crescimento de vendas de 10% este ano na comparação com o mesmo período de 2017. A previsão da Ebit, empresa especializada em informações do setor, é que o faturamento atinja R$ 223 milhões.

O aumento nas vendas deverá ser impulsionado pela previsão de número de pedidos: a expectativa é que sejam 479 mil ordens de compra este ano, ante 421 mil de 2017. Já o tíquete médio das compras deve cair, saindo de R$ 480 no ano passado para R$ 466.

Entre as categorias mais desejadas pelo consumidor, segundo o estudo, estão os eletrônicos, com 8% de intenção de compra. Em seguida, aparecem telefonia e celulares e cosméticos, perfumaria e cuidados pessoais.

 

 

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07 mar Monetização no Facebook: o que você precisa saber sobre

 

Há alguns dias, o Facebook deu os primeiros passos e anunciou grandes e promissoras novidades sobre a monetização de vídeos nativos, sejam Lives ou sob-demanda. Isso mostra que a rede social tem se mostrado interessada em, também, aumentar seu faturamento de anúncios em vídeos, que provavelmente ainda é tímido e sequer é divulgado nos relatórios quadrimestrais de investidores.

Ainda há um longo caminho a ser percorrido até que a rede de Mark Zuckerberg consiga competir de igual para igual com o YouTube, mas esse cenário pode mudar muito rápido. O Facebook é a rede social mais dinâmica que vemos atualmente e mudança, nos mais diversos campos, é sua única constância.

Falando em números:

A rede de vídeos do Google divide a receita de anúncios com produtores desde 2007 em 45% para a rede e 55% para o produtor, especula-se. Com mais de 1 bilhão de usuários, o lucro líquido do YouTube (apenas do YouTube) foi cerca de US$ 5.58 bilhões em 2016, comparado aos US$ 10.22 bilhões de lucro líquido do Facebook no mesmo período.

A divisão das receitas de anúncios em vídeos no Facebook tem sido falada desde 2014, mas o que aconteceu até hoje foram alguns testes com poucos influenciadores, grandes empresas e produtores de conteúdo.

Dividir o faturamento para estimular os produtores de conteúdos originais a, também, postarem seu conteúdo integralmente no Facebook – e não somente no YouTube – é mais do que uma oportunidade imensa, é uma necessidade.

Necessidade por quê?

A base de usuários continua a crescer, mas, aparentemente, numa velocidade menor do que o crescimento da quantidade de anúncios. Com isso, o espaço para anunciar vai se tornando cada vez mais concorrido, consequentemente, acarretando custos maiores, o que deve diminuir a velocidade de crescimento das receitas com eles. Essa diminuição do ritmo foi afirmada pelo Dave Hehner, CFO/diretor financeiro do Facebook, em uma apresentação de resultados, em novembro do ano passado.

Contornar isso apenas aumentando a quantidade média de anúncios que um usuário vê poderia prejudicar a experiência dentro da rede social, o que seria um tiro no pé.

Então, além de continuar expandindo a base de usuários e continuar trazendo novidades que ajudem a trazer mais resultados para anunciantes, sem atrapalhar a experiência de usuários, uma excelente solução pode ser a criação de novos espaços relevantes para aumentar o inventário de anúncios.

Vale salientar que a monetização de vídeos em Facebook está ainda em seus estágios iniciais e, por isso, pode não soar tão interessante para produtores de conteúdo no momento, mesmo que a base de usuários do Facebook seja maior que a do YouTube, contando com 1.86 bilhões de usuários ativos mensalmente.

Na luta pela soberania da monetização de vídeos, é necessário que o YouTube continue a trazer melhorias e novidades aos anunciantes e produtores de conteúdo. Caso isso não aconteça, podemos esperar um rápido avanço do Facebook ao trono.

Acredito que é muito importante que as marcas e produtores de conteúdo não se fechem para novas possibilidades, assim como a monetização do Facebook.

E o que você achou dessa novidade, enquanto usuário e anunciante?

Fonte: Adnews

 

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02 mar Google anuncia aplicativo de videoconferência para empresas

O Google lançou silenciosamente um aplicativo de videoconferência voltado para empresas. O Meet, que permite participar em reuniões de vídeo em HD, parece ser a mais recente adição à lista de produtos empresariais do Google, conhecida como G Suite.

O serviço ainda está em processo de desenvolvimento e implantação, por isso, está disponível somente na versão web e para o sistema operacional iOS. No entanto, as versões ainda não estão apresentando as mesmas funcionalidades.

Com base nas capturas de tela e na página de detalhes da App Store, o Meet serve como uma alternativa de negócios para o Hangouts, o aplicativo de bate-papo de voz e vídeo da empresa.

Para utilizar o aplicativo, basta o usuário do G Suite digitar um código para ter acesso às reuniões já agendadas, além de iniciar uma conferência. Ele ainda possui integração com o Gmail e o Google Agenda.

Apesar de precisar concorrer com o Skype e o GoToMeeting, o Meet tem como vantagem a integração com o conjunto de ferramentas de produtividade do Google. Além disso, o seu custo deve estar incluso na taxa de assinatura do G Suite, o que torna o aplicativo uma boa opção para as 3 milhões de empresas já cadastradas.

Via TechCrunch The Next Web

 

 

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24 fev Facebook testa novidades na monetização de vídeos

O Facebook anunciou hoje três atualizações relacionadas à monetização de vídeos na plataforma e também por meio do Audience Network, ferramenta que expande o alcance das campanhas da rede social para outros meios e que ainda não está disponível no Brasil. A ideia, segundo a empresa, é ajudar seus parceiros a rentabilizar seus conteúdos audiovisuais, tanto dentro do Facebook como em seus próprios websites e aplicativos. Por enquanto, as novidades estão disponíveis apenas no mercado americano.

Testes de Ad Breaks para mais criadores de vídeos LIVE

Nos últimos meses, um pequeno grupo de criadores de vídeos tem testado os Ad Breaks para ganhar dinheiro com vídeos ao vivo. Como o nome implica, o recurso permite que os criadores insiram curtos intervalos para anúncios durante suas transmissões. Ao optar por inserir os Ad Breaks, as pessoas que estão assistindo os vídeos verão um anúncio in-stream de até 15 segundos de duração e 5 de transição, totalizando em um intervalo de no máximo 20 segundos. Os criadores de conteúdo receberão uma parcela da receita publicitária.

Ad Breaks em vídeos on-demand

O Facebook começou a testar também o recurso de Ad Breaks em vídeos on-demand, permitindo que anunciantes incluam pequenos intervalos de anúncios em vídeos que eles já fizeram upload ou que já estão dentro de suas bibliotecas. Segunda a rede social, diversos parceiros nos EUA estão participando desse teste.

Anúncios em vídeos in-stream do Audience Network

O Audience Network é um serviço que insere publicidade de anunciantes do Facebook em sites e aplicativos terceiros e ainda não está disponível no Brasil. Nos Estados Unidos, o Facebook disponibilizou hoje vídeos in-stream para todos os anunciantes elegíveis do Audience Network, que tenham inventário disponível. Agora, eles poderão levar anúncios de vídeo relevantes para pessoas em todo o mundo, tanto em dispositivos móveis como desktops.

 

Fonte: Adnews

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22 fev O público anda meio imprevisível? Inteligência artificial nele.

O comportamento do consumidor está passando por grandes mudanças. É essencial que as empresas desliguem o piloto automático* e comecem a buscar maneiras mais eficientes de identificar e responder às novas necessidades do público.

Quando o consumidor parece imprevisível e as práticas de mercado tradicionais começam a não dar o resultado esperado, só nos resta inovar. Para isso, os negócios precisam de ferramentas mais inteligentes para entender seu consumidor.

Por exemplo, já imaginou se cada interação com seu público deixasse sua empresa mais inteligente? O Google usa o inteligência artificial para aprender sobre o usuário o tempo todo. Toda vez que alguém faz algo na internet, como uma busca, navegar em um site etc., o sistema ganha mais conhecimento. E, aplicando isso a favor do consumidor, a gente consegue criar um mapa incrível de comportamentos online e intenções de compra.

Inteligência artificial

Você deve estar se perguntando: mas como isso pode impactar meus negócios na prática? Bem, acontece de três maneiras:

1.Captura de intenções de consumo já existentes

O Google Search é hoje a maior fonte de captura de intenções que você pode encontrar. Todos os dias, os usuários nos “contam” sobre alguma coisa que querem ou procuram, e nós oferecemos respostas e sugestões. Imagine que agora mesmo uma pessoa buscou por um de seus produtos. Nós podemos sugerir uma oferta especial, um link para o download de seu app, o mapa com o caminho até a loja mais próxima etc. Em outras palavras, tudo para ajudar o usuário a obter aquilo que ele deseja – seu produto.

Presença na gôndola digital

2. Construção de experiências que acelerem o engajamento

Essa construção é feita nos pequenos detalhes – aqueles que geralmente só são percebidos pelo usuário quando algo não funciona bem. Por exemplo, se alguém entra em um e-commerce para procurar um produto e esbarra em uma navegação muito lenta ou recebe resultados de busca imprecisos, ele certamente vai procurar uma experiência melhor em outro lugar. Isso foi comprovado recentemente pela rede Walmart. Ao melhorar a velocidade de seu site, eles conseguiram um aumento na taxa de conversão de 2% para cada segundo de espera a menos.

Construção de experiência: velocidade

Você também pode criar essas experiências usando a inteligência artificial do Google para antecipar vontades e oferecer serviços. O segredo é levar o usuário da busca à interação sem que ele precise raciocinar demais no caminho. Imagine que Andreia consultou o preço de uma TV mas não finalizou a compra. Duas semanas depois, o preço da mesma TV baixou. Ok, pode deixar que a inteligência artificial do Google conta a boa notícia para ela.

Construção de experiência: serviços customizados

3. Rentabilização do investimento

Se as pessoas estão menos impulsivas e pesquisando muito mais antes de comprar é essencial usar seu investimento de comunicação da melhor forma possível. A inteligência artificial do Google captura informações do consumidor como “Onde ele está? Que buscas ele fez? Que horas são? Ele fez a busca no mobile ou no desktop?”, usa esses sinais para determinar quando ele está mais inclinado a comprar e, então, definir seu investimento ideal em anúncios para aquele consumidor, naquele momento. Em outras palavras, é a inteligência artificial do Google ajudando você a ter mais conversões, com menos custo.

Outro jeito de usar as ferramentas de automação do Google para aproveitar melhor seu investimento é descobrir os interesses de seu público, dividi-lo em grupos e usar mensagens diferentes para cada um deles. Foi isso que a Coca-Cola fez em uma ação recente no YouTube. Quando alguém procurava por um vídeo de música, um anúncio correspondente ao estilo musical da busca era criado eletronicamente e exibido no pre-roll. Essa customização automática permitiu a criação de mais de 100 peças diferentes com baixo custo e totalmente alinhadas com o interesse individual de cada usuário.

Segmentação e customização das mensagens

A ação da Coca-Cola era uma campanha de marca, mas a mesma tática pode ser usada pelo varejo, segmentando as ofertas por local, dia, horário ou histórico de buscas, por exemplo.

Rentabilização do investimento

Nossas soluções de automação também são eficientes em situações fora do universo da propaganda. Quer um exemplo? A Sky utilizou os produtos do Google para diminuir o fluxo de clientes no call-center. Primeiro, mapeamos as perguntas mais frequentes, e com base nelas, foi criada uma central online de autoatendimento. Nela, os clientes encontram rapidamente soluções reais para suas dúvidas mais comuns sobre o serviço. Essa ação representou uma redução de 50% no custo operacional para a empresa.

Pois é, o consumidor brasileiro mudou: ele anda pensando mais antes de comprar e buscando formas alternativas de satisfazer seus desejos. Por isso, para atrair o público, agências e negócios precisam investir em ações que os ajudem a dizer a coisa certa, na hora certa. E o Google tem as melhores soluções de automação para ajudar você nesse desafio.

 

 

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