11 jan O que 2017 reserva para o marketing mobile

Entre as tendências, prevalece a ideia de unir o melhor dos mundos físico e digital para conquistar o consumidor

Julie Bernard, do Advertising Age*

O potencial do marketing mobile para 2017 é reforçado com relatórios como este: o instituto de pesquisa BIA/Kelsey prevê que os gastos nos EUA com publicidade mobile ultrapassarão US$ 40 bilhões – e a indústria pode esperar que esse número passe de US$ 65 bilhões até 2020. No ano passado, o gasto com propaganda digital no mobile impulsionou o crescimento da categoria mobile num ritmo que pode superar o gasto com anúncios em desktop. Enquanto isso, smartphones e tablets já representam 51,3% do uso da internet no mundo. Até o fim do ano, 75% do consumo de conteúdo online será por dispositivos móveis, informou a agência de compra de mídia Zenith no final de 2016.

Números como estes mostram que, para o marketing mobile, um momento de transformação está em curso. A mudança traz consigo as cinco tendências a seguir, que modificarão a forma como as marcas e os profissionais de marketing trabalham entre si, com a tecnologia e com os consumidores.

1. Enquanto os consumidores redefinem as fronteiras de compra, o marketing mobile e as parcerias entre marca09 se aprofundam

Para o cliente mobile, o campo está em aberto e as conversões representarão cada vez mais uma combinação entre lojas físicas, e-commerce, website e mobile. Os consumidores esperam a expansão contínua do Wi-Fi nas lojas, permitindo que consultem por seus smartphones a disponibilidade do estoque, informações de produtos, preços, ofertas disponíveis e reviews. Os consumidores também esperam acesso rápido a vendedores bem preparados.

Para os profissionais de marketing mobile, essa mudança na fronteira de compra representa uma oportunidade especial para inovar, combinando o melhor dos mundos físico e digital. No entanto, um dos principais desafios que emergem desta transformação é a necessidade simultânea de otimizar e operacionalizar um mix de mídia global para as marcas. A solução para isso dependerá do fortalecimento das parcerias dentro da indústria e da intensificação do seu compromisso com experiências de marca bem amarradas, geolocalizadas e positivas… onde e quando o consumidor se envolver.

As marcas devem gastar mais de US$ 20 bilhões em mídia programática para mobile em 2017

2. Lojas de departamento e marketing mobile encaram o “Efeito Amazon”

Como evidenciado pelo recente anúncio da Amazon, que lançará a loja piloto do Amazon Go em Seattle, a expectativa é de que o “Efeito Amazon” se solidifique como um padrão para varejistas e comerciantes. Considerando os artigos sobre o significado desse efeito para as lojas de departamento, que devem sentir o impacto mais profundo quando o efeito impulsionar os consumidores online e diminuir o fluxo de pessoas nas lojas físicas, o marketing mobile terá de recorrer ao varejo físico com esforços redobrados. À medida que o varejo implementa estratégias organizacionais baseadas em processos, em meio às mudanças no setor, o marketing mobile assumirá um papel cada vez mais relevante ao impulsionar o fluxo físico de pessoas e vendas para os tradicionais varejistas online.

O marketing mobile está preparado para a onda de internet das coisas, interfaces naturais e realidades aumentada e virtual

3.  Marcas, desenvolvedores de tecnologia e o marketing continuam a investir em mídia programática

Com os consumidores se movendo cada vez mais para um estilo de vida “always-on”, as marcas de varejo devem reavaliar suas práticas tradicionais de marketing e se atualizar, explorando abordagens programáticas contínuas para criar mudanças positivas no comportamento do consumidor ao longo do tempo, ao invés de realizarem campanhas periódicas. Este desenvolvimento é decisivo, uma vez que as projeções apontam para um grande aumento da mídia programática em 2017. Com esse pano de fundo, o marketing mobile deve desempenhar um papel cada vez mais importante no fechamento de lacunas de talentos e na solução de desafios relacionados à base de conhecimento programática. Há muita coisa em jogo. A expectativa é de que as marcas gastem mais de US$ 20 bilhões em mídia programática para mobile neste ano.

4. A tecnologia impulsiona a medição e a verificação avança

Em 2017, os fornecedores continuarão a receber a certificação SDK e os principais grupos de trabalho da indústria continuarão a pressão por novas soluções para fornecedores e tags, tanto em código aberto quanto por outras vias. Além disso, o marketing mobile está preparado para atender a onda de experiências de usuário envolvendo internet das coisas, interfaces naturais e realidades aumentada e virtual. E, diante do retorno da atenção para a tecnologia de beacon, os profissionais de marketing também podem esperar que esses dispositivos tomem uma posição central nas análises deste ano.

5. A criatividade da próxima geração e o vídeo redefinindo o engajamento mobile

Novas abordagens para o bloco de anúncios para mobile direcionarão o foco para idéias-chave, como experiências mobile não intrusivas, animadas de forma dinâmica e com banners em formato de adesivos, além de anúncios que se encaixam ainda mais com a localização e as atividades dos consumidores. A projeção é de que o gasto com propaganda em vídeo para mobile ultrapasse US$ 6 bilhões até o final de 2017, o que demonstra que será um ano notável para o marketing mobile capturar sua parcela nas verbas de mídia correspondentes.

O comportamento do consumidor transformará as formas pelas quais a indústria aborda as experiências mobile. O mesmo ocorre nos bastidores, já que o desenvolvimentos tecnológico da indústria avança rapidamente, exigindo que os profissionais de marketing aprendam mais e mais rápido, além de conquistarem um maior alcance, para as estratégias e resultados de uma campanha. O marketing mobile está dando passos importantes em direção a um futuro que ele irá material e estrategicamente moldar, definindo a vanguarda do que a indústria pode conseguir não apenas neste ano, mas nos próximos anos que virão.

Fonte: Meio & Mensagem

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12 dez Chatbots: você está preparado para conversar com robôs?

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No mundo do marketing, 2016 entrará para a história como o ano da invasão dos chatbots. Se o termo é novo para você, pode se acalmar que eu explico: Chatbots são sistemas de inteligência artificial utilizados para automatizar conversas e tarefas.

A tecnologia ainda é nova, mas já se sabe que ela vai revolucionar, e muito, a forma como os consumidores se relacionam com marcas e empresas.

Com os chatbots, será possível inúmeros tipos de conversas e transações automáticas com as empresas. Imagine tirar dúvidas, agendar consultas, fazer pedidos e reclamações e confirmar pagamentos sem precisar interagir com seres humanos? Algumas marcas já estão adotando esse sistema em partes de sua comunicação e a tendência é que os chatbots cresçam em velocidade e escala incríveis.

Take, empresa de tecnologia móvel com 17 anos de atuação no mercado latino-americano, convidou-nos para realizar uma pesquisa sobre o tema. O objetivo era entender o que os consumidores desejam em termos de comunicação com as empresas.

Nós entrevistamos 2.022 pessoas em mais de 400 cidades de todas as regiões do Brasil. 40% dos internautas que participaram da pesquisa disseram que preferem se comunicar com as empresas por texto. 30% escolheram a comunicação por telefone e outros 30% optaram pelos contatos presenciais, diretamente com um representante da marca.

A pesquisa foi além e quis saber quais canais os consumidores brasileiros estão dispostos a adotar na comunicação por texto com empresas. O Facebook Messenger já foi aberto para uso pelas empresas e conta com uma API para a publicação de bots. E o WhatsApp já alterou os seus termos de uso e em breve deve disponibilizar também uma API.

Por isso, nós quisemos saber a opinião dos entrevistados, e os resultados foram animadores: 70% disseram que estão propensos a conversar com as empresas através do WhatsApp e do Facebook Messenger. 15% disseram que provavelmente não utilizariam esses canais e 15% não souberam responder.

Antes de começar a falar sobre os chatbots, especificamente, a pesquisa quis entender qual o canal que as pessoas mais utilizam hoje quando precisam entrar em contato com uma empresa para fazer uma reclamação, um pedido ou uma sugestão. O telefone é o mais utilizado e foi apontado por 81% dos entrevistados, seguidos pelos e-mails (60%), aplicativos de mensagens (55%) e chat online (44%).

O curioso é que, ao questionarmos qual o canal mais adorado e o mais odiado, o telefone ficou em primeiro lugar nos dois casos, sendo o mais amado por 37% e o mais odiado por 24%.

O mesmo acontece quando o contato é iniciado pela própria empresa. O telefone é o canal mais utilizado, citado por 84% dos entrevistados. Novamente, ele é o mais adorado, apontado por 39%, e o mais rejeitado, na opinião de 31% dos participantes. O que justifica o uso massivo do telefone é que geralmente é o canal aonde se chega mais   facilmente até a solução. Enquanto isso, nos canais de texto nem sempre a experiência é boa, por diversos motivos. Bons exemplos são velocidade, no caso do Twitter e Messenger, e a quantidade excessiva de mensagens, no caso das SMS.

No caso dos chatbots…

Metade dos entrevistados se mostraram dispostos a conversar com chatbots, pois preferem atendimentos automatizados. Chama a atenção que, apesar de ser relativamente novo, 77% dos entrevistados já passaram pelo atendimento automático das empresas.

Porém, entre esses que já tiveram pelo menos um contato com bots, 52% acharam a experiência ruim ou péssima. Desses, 67% prefeririam ter falado com um humano, 52% não conseguiram resolver o problema, 42% disseram que a máquina não entendia o que o cliente queria dizer e 27% acharam que o atendimento foi mais lento do que o normal.

Já entre os que gostaram da experiência, 54% afirmaram que tiveram o problema resolvido, e também 54% consideraram o atendimento mais rápido do que o normal.

O que podemos concluir?

Primeiramente, o óbvio: os consumidores esperam, antes de mais nada, um bom atendimento, independentemente do canal ou da interface. As interações dos clientes com as marcas precisam ser atendidas com agilidade e cordialidade e trazer soluções reais.

Assim, novas tecnologias, como os chatbots, devem ser empregadas com o objetivo de melhorar a experiência do usuário. A pesquisa revela que os consumidores não são resistentes a testar novas tecnologias, desde que sejam bem atendidos.

Fonte: Adnews

 

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12 dez 7 tendências de marketing digital para 2017 que você precisa saber

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Já podemos traçar as principais tendências do marketing digital para 2017 e também para os próximos anos. Nesse processo, há pontos que vieram para ficar e que serão o “novo normal”. E o profissional de marketing e as marcas que não entenderem isso poderão ser excluídas do jogo. Confira, abaixo, os rumos que irão nortear o marketing digital em 2017.

Compra de mídia personalizada em TV – Os tempos de televisão como o centro das atenções de toda a família já morreu. Hoje, todos possuem o seu dispositivo favorito para consumir conteúdo em vídeo e a televisão continua sendo um deles. Contudo, uma nova era desse tipo de consumo já está chegando: em breve teremos conteúdo personalizado na televisão também, assim como na internet e nos serviços de streaming. Os primeiros estudos e plataformas para a compra de mídia personalizada em TV já estão disponíveis e se dividem em três tipos: TV programática (assim como a TV tradicional, a compra nesse método é feita em grande escala, sendo a diferença entre as duas que há o uso de dados para definir a compra), TV endereçável (essa tecnologia permite não só atingir as casas numa escala um-a-um, mas também nos dá confirmação de entrega de impressão e volume, pois a compra é por audiências e não por programas) e TV conectada (capaz de atingir pessoas que não possuem assinatura de TV tradicional, usando dispositivos conectados como SmartTV, videogames, streaming ou video on demand).

Realidade Virtual (RV)/Realidade Aumentada (RA) – A RV já existe há décadas, mas apenas agora está se popularizando, com a diminuição dos custos e o lançamento de kits acessíveis ao consumidor comum. Para as marcas é uma oportunidade imperdível. Sem sair de casa, o indivíduo pode passar por experiências simuladas como pilotar aquele novo carro, assistir um desfile com os lançamentos de uma marca de roupas ou conhecer as instalações de um resort na Áustria. A criação de experiências significativas, mesmo que virtuais, ajuda a engajar o possível cliente. Já está sendo utilizado o termo v-commerce, em referência ao comercio eletrônico que pode surgir das experiências de RV. A RA, diferentemente, insere elementos virtuais no mundo real, como o recente game para smartphones Pokémon Go. Com essa tecnologia, as marcas podem integrar informações sobre produtos e ofertas no dia-a-dia do usuário, criando uma experiência imersiva mais profunda do que o simples envio de promoções pelo celular.

Native Advertising – O modelo de native advertising, ou publicidade nativa, já está sendo utilizado há algum tempo, mas ainda não atingiu seu máximo potencial. Em 2017 veremos um número ainda maior de publicidade nativa, em diversos meios e formatos. Native é, em definição, um tipo de conteúdo patrocinado que possui a mesma estrutura, linguagem e diagramação do restante do meio em que está inserido, seja um veículo de comunicação ou uma rede social. Uma publicação patrocinada no Facebook ou Instagram? Native. Um publipost em um site de notícias? Native. É uma maneira mais sutil de oferecer publicidade sem interferir na navegação do visitante e tornando a experiência muito mais agradável.

Geolocalização – O uso de dados de geolocalização não é necessariamente algo novo, mas é tão relevante e necessário como quando surgiu. Dados de CRM, histórico de compras e demográficos, por exemplo, nos dão uma boa ideia dos interesses dos consumidores, mas só a geolocalização nos dá o momento ideal para comunicar. É possível identificar quando o cliente está próximo da sua loja, indo para algum local específico ou até mesmo quando ele está em um concorrente. Para cada situação dessas há uma estratégia diferente, mas todas elas partem do mesmo princípio: saber onde seu consumidor está é uma das chaves do sucesso. Portanto, cada vez mais profissionais de marketing irão perceber as possibilidades que a geolocalização permite e aplica-las às suas estratégias.

Automação de Marketing/Website Personalization – Após um período de marketing intromissivo que assustou muitos consumidores (quem nunca ouviu alguém reclamar de estar sendo perseguido pelo mesmo anúncio em praticamente todo site que acessa?), as marcas parecem ter finalmente percebido a importância de oferecer conteúdo personalizado e relevante. Isso significa que a personalização das campanhas é uma tendência irreversível e que deverá ganhar bastante força em 2017. Um dos motivos é que, diante de tanto conteúdo disponível na WEB, tentar aparecer para todo mundo representará um resultado muito menos eficiente do que focar nas audiências que realmente estão propensas a se engajar com uma marca. Ou seja, a personalização será um grande diferencial competitivo nos próximos anos. E depois, será o novo padrão.

Plataforma de dados multifuncional – A medida que o número de telas que uma pessoa utiliza no dia a dia aumenta, o número de interfaces que os profissionais de marketing querem ver diminui. Quanto mais informações forem comprimidas em uma plataforma e uma interface melhor, pois mais dados podem ser vistos, analisados e comparados ao mesmo tempo, poupando tempo e trabalho. Já há até plataformas de dados que incluíram características de social em sua estrutura, como chat interno, atualização em tempo real de arquivos, criação de grupos e até “curtidas” dos trabalhos dos colegas. Dessa maneira, não só se economiza no número de interfaces, mas também no número de ferramentas utilizadas no dia-a-dia. É a velha máxima do “menos é mais”!

Inteligência Artificial (IA) – A IA como mostrada nos filmes, com máquinas assassinas assumindo o controle do mundo, provavelmente (e felizmente) será apenas ficção. Mas, aos poucos, a tecnologia de IA vai se infiltrando em nosso cotidiano. São exemplos disso os assistentes virtuais dos smartphones, os carros sem motorista do Google, o reconhecimento facial do Facebook e as rotas para desviar do trânsito propostas pelo Waze. No marketing digital, o Real-time Bidding (RTB) é baseado em algoritmos de autoaprendizagem que permitem a identificação dos compradores digitais mais valiosos e o direcionamento de anúncios personalizados para cada um deles. A IA também permite criar ações preditivas em relação às ações futuras do consumidor durante sua navegação, com base na análise do comportamento e das interações online do consumidor com a marca e concorrentes. De acordo com um estudo da eMarkteter de junho deste ano, 58% dos executivos de empresas norte-americanas de TI/business já usam a IA de algum modo.

Fonte : Adnews

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03 dez Landium Awesome Ideas

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28 nov Comerciais em redes sociais convencem 46% a comprar algo

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Pesquisa inédita mostra que ver vídeos de marcas em redes sociais influencia positivamente consumidores

São Paulo – Comerciais em redes sociais são decisivos para os consumidores.

A descoberta é do novo estudo “The Science of Social Video: Turning Views into Value”, da Brightcove, empresa de soluções para vídeos online.

Os números mostram que as marcas têm grande vantagem quando o consumidor fica diante de um vídeo em uma rede social, impactando positivamente sua decisão de compra.

A pesquisa foi feita com 5.500 consumidores no Reino Unido, França, Alemanha, Estados Unidos e Austrália.

Confira os principais resultados:

  • 7 entre 10 consumidores indicam que o vídeo visto na rede social influencia de algum modo a sua decisão de comprar ou não comprar algo;
  • 5 entre 10 consumidores que assistem ao vídeo realizam uma compra depois;
  • 3 entre 10 consideram uma compra após o vídeo;
  • 8 entre 10 consumidores interagem com as marcas nas redes sociais e 43% destes o fazem depois de assistir a um vídeo;
  • 8 entre 10 consideram que a maneira mais fácil de conhecer uma marca online é através de um vídeo;

O consumo de vídeos de marcas em redes sociais também aumentou.

A chegada dos vídeos ao feed do Facebook e o Instagram permitindo vídeos mais longos e com publicidade de marcas ajudaram nesse crescimento:

  • 7 entre 10 passaram a ver mais vídeos em mídias sociais no último ano;
  • 49 minutos é a média de vídeos (de marcas ou não) vistos nas redes sociais por dia;
  • 6 horas é a média semanal de vídeos vistos em redes sociais;
  • Entre a geração Z (jovens entre 18 e 24 anos), a média é de 9 horas semanais.

Fonte:Exame

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