29 abr Os benefícios de um Ecommerce para seu negócio

Você já deve ter ouvido falar em E-commerce, que nada mais é que produtos sendo disponibilizados para venda em uma loja virtual, não é mesmo?

Esse tipo de negócio tem se popularizado em diversos países e feito cada vez mais sucesso. No entanto, isso não acontece apenas entre os lojistas, mas entre os próprios consumidores.

Em vista disso, seja para quem já tem uma loja física ou para quem quer criar sua marca, entender a importância e os benefícios de ter um E-commerce é fundamental. Por esse motivo, iremos falar mais detalhadamente sobre o assunto neste artigo.

Primeiramente, devemos citar o fato de que o mundo está cada vez mais conectado. Essa realidade leva à conclusão de que as necessidades das pessoas estão mudando com o passar do tempo.

Se há poucos anos o hobby de muitos consumistas era gastar seu tempo e dinheiro nos shoppings centers, hoje isso mudou. Os apaixonados por consumo estão passando mais horas fazendo compras online.

A boa notícia em meio a isso tudo é que o mercado está conseguindo seguir essa tendência.

De acordo com a pesquisa divulgada pela Ebit/Nielsen, as vendas a partir de E-commerce no Brasil aumentaram 12% no primeiro semestre de 2019. Isso possibilitou um faturamento de mais de R$ 26 milhões para o mercado.

Com base nesse e em outros dados, vamos mostrar por que você deve apostar na criação de loja virtual.

Por que preciso de um E-commerce?

Como citado anteriormente, este segmento está se desenvolvendo cada dia mais no Brasil, e você como empreendedor precisa seguir esta tendência se não quiser perder seus clientes.

Por esse motivo, se estiver com dúvidas sobre as vantagens de abrir seu E-commerce, leia este artigo até o final.

Entre os benefícios estão:

  • A possibilidade de ter sua loja aberta 24 horas por dia;
  • A diminuição de custos com atendentes;
  • O aumento do alcance de clientes; e outros que vamos detalhar no decorrer do texto.

A pesquisa da TIC Domicílios destaca que, em 2018, 70% dos brasileiros já tinham acesso à internet.O resultado equivale à aproximadamente 127 milhões de pessoas, e a tendência é que nos próximos anos este número aumente.

Diante disso, nada mais natural que voltar às atenções ao mercado de vendas online, atendendo esta demanda em constante crescimento.

Flexibilidade e alcance de clientes por todo o país

A mobilidade é um fator crucial para as lojas virtuais, tanto para o lojista, que não precisa estar presencialmente na sua loja física cuidando do seu negócio, quanto para os clientes.

Isso porque, de acordo com a pesquisa da TIC Domicílios, 71 milhões de brasileiros utilizam a internet somente pelo celular. Essas pessoas estão conectadas em casa, no transporte público, no trabalho. Podem então desfrutar do E-commerce de qualquer um desses lugares.

A possibilidade de vender seus produtos em uma loja virtual também ajuda a aumentar o seu alcance para novos clientes. A partir de estratégias do marketing digital, como o SEO e o inbound marketing, seu E-commerce pode atingir um público selecionado e que, de fato, se interessa pelos seus produtos.

Dessa forma, sua marca pode deixar de ser local e você pode abrir seus horizontes para novos desafios. Você terá a oportunidade de entregar produtos e divulgar sua marca em todo o país ou até mesmo no exterior.

O E-commerce tem custos mais baixos se comparados à loja física

Para manter uma loja física, além da compra dos produtos para serem vendidos, outros gastos são imprescindíveis. O aluguel do espaço, as despesas com água e energia elétrica e o salário dos atendentes são alguns deles.

Além disso, muitos lojistas equipam o local com câmeras de segurança, o que acarreta em ainda mais custos. Entretanto, com a opção da loja online, muitos desses gastos não existem, resultando em menos despesas para os empreendedores.

Do mesmo modo, o investimento inicial de um E-commerce também é muito menor quando comparado ao de uma loja física.

Enquanto existem opções de ferramentas gratuitas para a criação de sites, a loja física precisa de um espaço preparado para vender produtos e receber clientes, sendo essa mais uma forma de reduzir custos.

Independência financeira

Se você está se interessando pelo Ecommerce agora, pode ter visto o marketplace como uma opção para o seu negócio. De início, essa pode ser uma experiência válida, afinal os marketplaces reúnem muitas lojas, como se fosse um shopping virtual.

Essa ferramenta pode proporcionar maior visibilidade para a sua marca, e isso é interessante para o crescimento do seu empreendimento.

Entretanto, qualquer marketplace vai cobrar uma taxa em cima de cada venda. Dessa maneira, criar uma loja virtual dá a oportunidade de você ter lucros próprios e andar com as próprias pernas.

A independência no E-commerce é importante, fortalece a marca e não deixa seu negócio refém de um marketplace que pode sair do ar por qualquer problema técnico.

Personalize a sua loja virtual

Na hora de criar seu E-commerce você terá controle sobre os processos, desde os mais pessoais, como o seu horário de trabalho, até os detalhes de design da marca.

Por falar em processos, é importante considerar que, além de dono do seu negócio, você é consumidor de muitos outros. Dessa forma, já deve ter percebido como é agradável acessar sites responsivos, organizados, com navegação intuitiva e fácil comunicação.

Pensando nisso, na hora de elaborar sua loja virtual, considere ter um site responsivo, que se adapte ao aparelho que seu cliente está utilizando.

Outro fator importante é ter controle sobre as categorias que serão criadas no seu site. Elas podem definir quanto tempo o seu cliente vai permanecer online e até mesmo o quanto ele vai gastar.

Lembre-se, ainda, de aplicar as técnicas de marketing digital para atrair e fidelizar seu público, como os leads e o funil de vendas.

Aposte também na sessão de suporte do seu E-commerce. É por ali que você terá contato com os seus clientes e poderá humanizar o atendimento que é apenas online.

Conclusão

Com base em todas as informações deste artigo, fica clara a importância e de um E-commerce para o seu negócio. Esperamos ter contribuído para você passar a considerar essa opção para sua empresa ou aplicá-la de uma maneira mais efetiva.

Invista pesado em estudo e tecnologia antes de montar sua loja, para que seu site seja agradável para os seus clientes e traga os resultados esperados. Gostou desse conteúdo? Gostaria de saber mais sobre tecnologia?

Tem interesse em abrir um E-commerce (Ou loja virtual) para o seu negócio? Esse é um excelente momento para isso! entre em contato para mais informações!

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29 abr 10 passos essenciais para criar uma e-commerce de sucesso

Ainda que não seja preciso investir muito para começar no comércio eletrônico, você deve ter planejamento e estratégia para se destacar no mar de lojas virtuais. Veja as dicas dos especialistas

novo coronavírus fez muitos negócios suspenderem suas operações e muitos trabalhadores reduzirem ou até perderem sua renda. Ao mesmo tempo, os consumidores estão cada vez mais se acostumando a comprar pela internet.

Por isso, o interesse em abrir a própria loja virtual só cresce. Ainda que não seja preciso investir muito para começar no comércio eletrônico, você deve ter planejamento e estratégia para se destacar no mar de lojas virtuais.

Os especialistas Pedro Henrique Freitas (CEO da Loja Integrada) e Rodrigo Bandeira (vice-presidente da ABComm) deram dicas a Pequenas Empresas & Grandes Negócios sobre abrir um empreendimento digital e ter sucesso nessa empreitada.

1. Aposte nos nichos ao decidir quais produtos vender
O empreendedor que está começando dificilmente vai ter a competitividade de preço de uma loja de departamentos. Por isso, não tente vender de tudo. Aumente sua taxa de conversão virando referência em um nicho e vendendo produtos relacionados. Bandeira dá como exemplo uma bailarina que investiu em suas redes sociais e acabou criando uma loja virtual que vende produtos para balé.

Outro caminho é procurar produtos nos grandes comércios eletrônicos e não encontrá-los: a escassez pode ser uma oportunidade de negócio.

É preciso definir como será seu processo de compra e venda de produtos. Você irá produzir ou revender itens? Qualquer que seja sua resposta, pesquise bons fornecedores (da matéria-prima até a plataforma de hospedagem) e faça cotações.

Monte um rascunho desses custos objetivos do seu negócio para o mês, o trimestre e o ano. O negócio pode ser virtual, mas o planejamento deve ser tão sério quanto o de um negócio com ponto comercial.

3. Organize a operação da sua futura loja virtual
Com custos tabelados, também organize como se dará o dia a dia do seu negócio. Por exemplo, quais meios de pagamento e de entrega você usará e quais são seus prazos.

Também defina se você terá funcionários e quem ficará responsável por organizar o estoque, atender o cliente e despachar encomendas. As funções devem estar decididas antes de a loja virtual começar.

4. Adquira conhecimento em técnicas de venda
Quem já tinha uma loja física está familiarizado com conceitos como comprar material de fornecedores, estocar, promover vendas e entregar produtos. Pode até ter um estoque já parado, tendo como único desafio transpor sua experiência para um canal digital.

Quem nunca trabalhou com varejo precisa aprender todo esse processo do zero. “A loja é apenas uma ferramenta. É preciso adquirir conhecimento para ser bem sucedido”, diz Freitas. Uma porta de entrada são cursos online, muitos deles gratuitos.

Uma decisão importante para quem está começando no e-commerce é decidir seu modelo de venda. Você pode abrir uma loja virtual própria ou cadastrar produtos em um marketplace, plataforma maior que reúne diversos lojistas.

No marketplace, você tem soluções prontas de visual (layout), pagamentos e entrega. A plataforma também traz exposição e fluxo de clientes ao seu negócio. Mas você competirá com outros lojistas no mesmo site e precisará pagar comissões sobre cada venda.

Na loja virtual, você precisa criar seu próprio fluxo de clientes e poderá ter de investir em layout, integração com meios de pagamentos e estruturar entregas. Mas você divulga sua própria marca, monta sua carteira de clientes e não paga comissões sobre a venda.

Na hora de decidir entre os dois modelos, considere quanto as comissões podem corroer sua margem financeira e quão disposto você está a dedicar tempo ao seu negócio. Sempre é possível testar os dois modelos, cadastrando produtos tanto na loja virtual própria quanto no marketplace.

Para Batista, o marketplace pode ser um bom teste. “Você experimenta a mecânica de uma loja virtual, tendo que cadastrar produtos, responder seus clientes rápido e organizar suas entregas. É um exercício para ter sua própria loja, mas com uma escala de divulgação maior.”

Não coloque os produtos na sua loja virtual de qualquer jeito: invista tempo em imagens de qualidades e em descrições detalhadas dos seus produtos. Quando seu consumidor não descobre o tamanho ou a cor exata de uma roupa, por exemplo, pode desistir da compra no lugar de perguntar por mais informações.

7. Tenha um canal de comunicação recorrente
“O público que não o conhece precisa de segurança. Mostre que sua loja existe mesmo e que irá entregar os produtos”, diz Freitas. Para isso, o presidente da Loja Integrada recomenda investir em ferramentas de interação com os consumidores.

Exemplos são ferramentas de chat integradas no próprio e-commerce ou aplicativos de mensagem, como o WhatsApp.

“A ausência de comunicação gera um volume de e-mails e telefonemas desnecessários, atrapalhando a operação do negócio”, alerta Bastista.

8. Aposte no marketing digital para aparecer organicamente
Não basta criar uma loja virtual para que usuários encontrem seu negócio e comecem a comprar. Para ir da criação à venda, é preciso ter uma estratégia de marketing digital.

Primeiro, associe suas boas descrições de produtos conteúdos para ranquear bem nos buscadores. Os conteúdos podem ser enviados para sua lista de clientes cadastrados, desde que você tenha moderação: ninguém gosta de uma caixa de e-mails lotada.

Quando sua loja virtual estiver mais madura, você pode considerar investimentos em mídia paga para atrair tráfego. Exemplos são o Google Ads e o Google Shopping. Mas de nada adianta atrair visitantes se eles não conseguem entender os produtos e comprar com facilidade.

“A mídia paga alavanca quem já tem um site profissional e gera um bom volume de vendas por mês. Se sua loja ainda não estiver pronta, o cliente entra no anúncio e continua inseguro. A conversão não acontece e você pode ter jogado dinheiro fora”, diz Freitas.

9. Tenha táticas para impedir o abandono de carrinho
Um grande desafio para quem trabalha com o comércio eletrônico é o abandono de carrinho: consumidores selecionam produtos, mas não chegam a concluir a venda. Freitas recomenda programar o disparo de cupons de desconto específicos: quando o usuário cadastra seu e-mail ou quando está prestes a sair do seu site, por exemplo. Os cupons podem aumentar a chance de fechamento das vendas.

Outra estratégia é ter uma política de frete gratuito quando a compra é maior, o que causa um aumento do tíquete médio. Fica o alerta: faça as contas para que todos esses descontos não corroam sua margem.

10. O mais importante: coloque o cliente no centro
Lembre-se de que sua loja fornece uma experiência de compra ao seu cliente: o grande objetivo é que ele goste da jornada que teve com seu negócio. “Você investindo muito ou pouco, as pessoas no fundo querem um bom atendimento. Se a experiência for boa, os consumidores compartilham. Se for ruim, compartilham mais ainda. Tenha como alvo a satisfação do seu cliente“, diz Batista.

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06 abr Por que o chat privado é o futuro do e-commerce

Os varejistas estão perdendo oportunidades ao não dar a devida atenção aos grupos de aplicativos de mensagens instantâneas, segundo o cofundador do Finder.com Fred Schebesta.

“O futuro do comércio está nos aplicativos de mensagens,” diz Schebesta, de 38 anos, em uma entrevista ao Yahoo. “Hoje, antes de comprar algo, mandamos WhatsApp para algumas pessoas, fazendo algumas perguntas”, ele acrescentou. “Nós temos a informação e já pesquisamos o tema, mas podemos obter respostas praticamente imediatas nos nossos grupos sociais”.

Em breve, uma compra pode estar a uma mensagem de texto de distância – ou pelo menos disponível após navegar rapidamente por um aplicativo de mensagens instantâneas. Essa capacidade já está sendo usada por usuários de aplicativos de smartphone em alguns países, disse Schebesta.

Ele destacou o aplicativo chinês WeChat, que permite que os usuários troquem mensagens com amigos e familiares, e permite também pesquisas e compras de produtos. O WeChat anunciou em 2018 que tinha 1 bilhão de usuários mensais ativos. O Gojek – um aplicativo indonésio que afirmou ter quase 30 milhões de usuários mensais ativos, somente na Indonésia, no ano passado, de acordo com a Reuters — funciona como aplicativo de transporte, delivery e streaming, entre outros serviços.

“A nossa tese é de que haverá um metasserviço”, disse ele. “Um único aplicativo ao qual você recorre. Isso está começando a acontecer na China e na Indonésia, com o WeChat e o Gojek”.

“Nós os chamamos de meta-aplicativos”, acrescenta.

No ano passado, o Facebook introduziu ferramentas de e-commerce no Instagram e no WhatsApp. Em março, o Instagram acrescentou uma função de compras, que permite que os usuários paguem, dentro do aplicativo, por itens comprados nos seus anúncios de publicidade. Alguns meses depois, em novembro, o WhatsApp acrescentou uma função de catálogo que permite que pequenos negócios exibam seus produtos – embora os usuários precisem comprar os itens em outro lugar.

Schebesta fez estas observações durante uma conversa que foi ao ar em um episódio do Influencers with Andy Serwer, do Yahoo Finance, uma série semanal de entrevistas com líderes do mundo dos negócios, da política e do entretenimento.

Em 2006, aos 26 anos, Schebesta fundou o Finder.com, um site australiano de comparação de preços que atualmente opera em 83 países e emprega 310 pessoas full-time, segundo ele. Em outubro do ano passado, o Australian Financial Review classificou Schebesta — que mora em Sydney — como o 22º australiano mais rico, com menos de 40 anos de idade, com um patrimônio líquido de US$ 193 milhões.

Schebesta disse que as plataformas de tecnologia, assim como outros serviços populares, atraíram empresas terceirizadas que desenvolvem seu trabalho com base nas capacidades desses serviços.

“Todos os serviços, em todos os setores, passam por essa fase, onde há fornecedores”, disse ele. “O passo seguinte é aquele no qual você agrega essas camadas de serviços aos que já oferece”.

Ele citou o Finder.com como um produto que atua com base em empresas como Amazon e eBay, já que o site ajuda os usuários a comparar preços que poderiam ser encontrados na Internet.

“O que estamos dizendo é que, quando você vai fazer uma compra e está nessa jornada de usuário, há uma parte que fica acima disso, que tem a ver com consciência, consideração e comparação,” disse ele. “Só depois, você faz a compra”.

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06 abr O impacto do Covid-19 na logística do e-commerce brasileiro

A situação tornou-se alarmante e tem demandado a união e cooperação do mundo todo, em todas as áreas. Todo o mercado sofreu e vem sofrendo os impactos do coronavírus (Covid-19).

Sem sombra de dúvidas este é o momento onde todos precisam se reinventar e realmente agregar valor na decisão de compra do cliente, não entregar somente produtos, mas entregar uma experiência de compra.

Com toda essa mudança no mercado, resolvi fazer esse post, onde de forma geral, fornece um apanhado das principais notícias e caminhos tomados no e-commerce em tempos de pandemia.

Neste artigo em específico não falarei de números sobre o coronavírus com relação aos casos de contaminação, você pode acompanhá-los a nível mundial e em tempo real no site criado pela Microsoft, e para os casos no Brasil, neste link — este site possui informações muito boas, inclusive.

Coronavírus e o e-commerce

Apesar do frequente aumento — em 2019 o comércio online ocupava apenas 5%  do volume de vendas no Brasil —, este mercado ainda há muito o que crescer. E segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOmm), para a revista Exame, o volume de vendas cresceu 40% na primeira quinzena do mês, se comparado com o mesmo período de 2019.

Com todas as medidas para se evitar aglomerações, como estabelecimentos fechados, como o consumidor irá comprar alimentos, produtos de higiene, roupas e medicamentos? Sim, o que era de se esperar está acontecendo, os itens de saúde cresceram vertiginosamente, segundo os dados da revista.

O e-commerce sem dúvidas é o meio mais seguro de consumo atualmente. Com o vírus batendo em nossa porta, o consumidor irá mudar seu comportamento e diante disso é preciso que o lojista se prepare.

Cases: os impactos do COVID-19 para os clientes e parceiros do HUB de transporte digital 

Uma das premissas do nosso HUB de transporte digital é a conexão. Em uma ponta, os embarcadores, empresas B2B e B2C que precisam enviar suas encomendas. Na outra, os transportadores, independente do modal — como frete aéreo, empresas de transporte rodoviário e Correios. Com toda essa conexão, conseguimos uma visão geral do mercado frente aos impactos do Covid-19.

Acima, na linha cronológica do Covid-19, podemos ver que no final de fevereiro o Brasil teve o primeiro caso confirmado. E, no final de Março, no dia 25 especificamente, o Brasil já contava com 59 mortes em consequência do coronavírus. Podemos cruzar essas informações com os gráficos abaixo.

As cotações tiveram uma queda de 29,45% e 39,8% em fevereiro e março, comparado com janeiro. Entretanto, as compras concretizadas, apesar de terem caído, não caíram proporcionalmente às cotações de frete. Isso levou ao aumento na taxa de conversão, que pode ser visto no gráfico abaixo.

Nossos clientes, em decorrência de nossa tecnologia, já possuem quase o dobro da taxa de conversão média do e-commerce brasileiro. As taxas de conversão subiram 36%, de 1,53% para 2,08% de janeiro a março, o que indica uma maior certeza na compra dos clientes nesses tempos de Covid-19. Em meio à crise abre uma oportunidade para explorar produtos com o máximo de descrição possível.

Indo um pouco mais afundo, podemos ver abaixo as variações no volume de vendas separados pelas principais categorias do varejo virtual — plugados ao nosso HUB de transporte digital.

Baseando-nos nesses dados, podemos entender alguns movimentos e razões em reflexo do coronavírus:

Calçados

O consumo começou a cair por serem produtos normalmente utilizados em lugares públicos e aglomerados.

Farmácia

O aumento de pedidos já era esperado pelo mercado. É um produto que todos necessitam e o e-commerce é a forma mais fácil de adquiri-lo.

Ferramentas e utensílios

O aumento no mês de março demonstra o comportamento de hobbies e/ou pequenas reformas/ajustes do tipo ‘faça você mesmo’.

Móveis e eletrodomésticos

Com as transportadoras restringindo suas atuações essa categoria tem caído, uma vez que os Correios possuem limitações de peso e dimensões.

Roupas e acessórios

É uma categoria de embalagens pequenas e de coleções. Os e-commerces têm utilizado promoções, além do frete grátis e envio pelos Correios para manter o fluxo de caixa e o público tem correspondido.

Impacto na cadeia de suprimentos

Vendas B2B

Comparando o desempenho dos nossos clientes nesse mercado encontramos uma queda total de -47% comparando Fevereiro e Março com o mês de Janeiro, sendo -41% e -6% respectivamente.

Essa queda ilustra o risco de desabastecimento de estoques e que pode ocorrer em breve. É possível que nos meses de Abril, Maio e Junho tenhamos uma queda total de cotações e pedidos em todo o e-commerce brasileiro.

Somado essa possibilidade a campanhas agressivas do e-commerce, algumas categorias podem sofrer com faltas de produtos já nas próximas semanas.

Transportadoras

Até a data de hoje transportadoras regionais estão pausando suas atividades visando a saúde de seus colaboradores, normalmente são empresas de pequeno e médio porte onde o quadro funcional possui acesso direto aos diretores e acionistas.

Ao contrário de empresas maiores, onde a ação tomada foi de alocar setores administrativos em home office e trabalharem no regime de escala com os setores operacionais.

De modo geral houve afastamento temporário de colaboradores que se encaixam no grupo de risco definido pela OMS.

Levando em conta que a primeira e última milha normalmente são executadas por terceiros (transportadoras de pequeno porte), também de modo geral é possível identificar uma redução na quantidade de transportadoras e categorias de produtos e que isso vem afetando o desempenho do e-commerce.

Logística no e-commerce

A suspensão temporária e redução de área de atuação afeta diretamente custos e prazos de entregas.

O e-commerce vem utilizando o frete grátis como incentivo para vender produtos que estavam há mais de 60 dias em estoque e de alguma forma gerar recebíveis para as próximas semanas.

Algumas transportadoras sinalizaram com aumento do prazo de entrega, mas o mercado já havia antevisto esse cenário e criado regras de fretes com aumento de prazo médio em 3 (três) dias.

Sugestões para otimizar a operação

Sim, o momento é difícil, mas a crise irá passar e você, enquanto empreendedor pode utilizar esse tempo para crescer e melhorar seu negócio. Sugiro atenção a alguns pontos do seu negócio para otimizar neste tempo de dificuldade:

  • Atualizar medidas dos produtos. Essas medidas podem influenciar tanto na compra quanto no valor do frete, por isso, verifique e atualize-as com exatidão.
  • Melhorar descrições dos produtos com o máximo de informação possível. Quanto mais informações você fornecer, mais certeira será a compra do seu cliente, de forma direta, reduzirá suas trocas e devoluções.
  • Tirar novas fotografias. Ainda seguindo a linha de pensamento das dicas anteriores, as fotos precisam estar o mais próximo possível da realidade. Atente-se a materiais que refletem muito a luz e a produtos de materiais como camurça. Eles podem modificar um sua tonalidade na fotografia em decorrência da claridade, ou a falta dela.
  • Revisão das embalagens de expedição. Este ponto, pode gerar um frete mais caro do que o que você oferta no seu carrinho de compra, isso te custará grande parte do seu lucro, principalmente se você não fizer a auditoria de fatura de frete em sua operação (veja dois tópicos abaixo).
  • Práticas de consolidação de volumes para otimizar cubagem. A Consolidação de volumes consiste em agrupar seus produtos dentro de suas embalagens virtualmente, no próprio cálculo de frete. Tomando como exemplo os nossos clientes, em alguns casos, a economia pode chegar a 40% do valor do frete.
  • Auditoria de fretes em faturas recentes. Essa medida fornece informações importantes para toda e qualquer operação. Através dela, o empreendedor consegue uma visão geral de seus fretes, quanto ele recebe e quanto ele paga em fretes, além de apontar possíveis soluções para mitigar divergências.
  • Revisão de fluxos e processos de expedição. Rever todo o processo dentro do e-commerce, analisar o que pode ser otimizado ou automatizado. A redução de tempo ou de processos trará redução de custos para sua operação.
  • Consumir conteúdo voltado para boas práticas de e-commerce e logística. Sua formação deve ser continuada, o varejo virtual está diretamente ligado a tecnologia, que evolui e muda o tempo todo. Para se manter competitivo e conseguir diferencial no mercado, é preciso se manter atualizado.

Em tempos de crise, precisamos fazer nossa parte

Como dito no início do artigo, mais do que vender, é preciso dar ao cliente uma  boa experiência de compra e, é na logística que acontece a parte mais palpável desse processo, onde os produtos são entregues.

Diante de todo o cenário, fornecer soluções úteis para o consumidor (e sem oportunismo) é a chave para se manter presente no mercado e aguentar o momento de crise.

Artigo publicado originalmente aqui.

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19 nov Guia sobre a solução para os desafios atuais de marketing digital

Com o aumento dos dispositivos móveis e das novas tecnologias digitais, as jornadas dos clientes estão cada vez mais complexas. As marcas que conseguem crescer entendem melhor a jornada não linear e dinâmica dos clientes de hoje e usam esse conhecimento para oferecer experiências relevantes e personalizadas.

Com este novo guia, os profissionais de marketing terão um manual claro e detalhado para aproveitar ao máximo o Google Analytics e o Google Ads. Saiba como a integração desses dois produtos pode gerar insights mais detalhados e ajudar as equipes a criar campanhas mais inteligentes. Veja também como os recursos de medição avançada do Google Analytics dão informações claras e específicas sobre o desempenho das campanhas.

Leia este guia para conhecer os benefícios de usar o Google Analytics e o Google Ads juntos e como melhorar seus resultados comerciais de forma simples e prática.

Descubra como o uso integrado do Google Analytics e do Google Ads pode ajudar as equipes a criar campanhas eficientes para a jornada do cliente moderno.


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18 nov Os 13 maiores erros de Marketing Digital que sua empresa pode cometer

Os 13 maiores erros de Marketing Digital que sua empresa pode cometer

Te mostramos aqui quais os maiores erros de Marketing Digital que a sua empresa pode vir a cometer. Não deixe de conferir!

1. Não conhecer o Inbound Marketing

No marketing nada é estático. A oscilação é constante e o empreendedor que não acompanha essas mudanças fica preso em métodos ultrapassados e pouco eficientes.

Um dos erros nos quais pessoas que trabalham com marketing costumam cometer é a insistência na estratégia Outbound.

A técnica de Outbound Marketing é basicamente aquela da publicidade corriqueira que vemos na TV, Outdoors, Telemarketing, Spam, etc. Chama-se atenção do cliente quando ele não espera, o que pode parecer invasivo.

No caso do Inbound Marketing o método é diferente. Não é preciso marketing invasivo.

Produza conteúdo relevante, seja útil para o cliente, disponibilize informações importantes, não envie emails mecânicos e mantenha-se solícito. O cliente virá até você.

2. Não usar o Email Marketing ao seu favor

Umas das estratégias que fazem parte do Inbound Marketing é não usar spam. Se você enche a caixa de email dos seus clientes é hora de parar. O único resultado disso é o cancelamento da assinatura.

Ninguém quer ter a caixa de mensagem lotada de lixo eletrônico. Esse tipo de marketing não funciona mais.

Aproveite seu banco de dados e promova o seu conteúdo. Planeje um email diferenciado, menos automático, não exagere na frequência e escreva conteúdo com o propósito de manter os seus clientes.

3. Não planejar a estratégia de Marketing Digital

Marketing é planejamento e foco. Se você não tem uma estratégia a seguir é bem provável que os seus objetivos fiquem dispersos.

O plano de marketing envolve as suas metas, o público que você pretende atingir e como você vai fazer isso. Um erro comum desse tipo de estratégia é deixá-la no papel.

Marketing é um processo contínuo, não adianta traçar um plano que você não consegue cumprir. Isso também envolve verificar o resultado das suas campanhas, como falaremos no próximo tópico.

4. Não mensurar o tráfego orgânico

Não adianta ter um planejamento se você não sabe quais são os resultados gerados.

Por exemplo, se você fizer uma campanha em um post do Facebook e também fizer uma Call to Action (CTA) no seu blog, como vai saber qual gerou mais cliques? Mensurando os acessos, é claro!

O empreendedor que não avalia qual conteúdo e campanha está influenciando o seu comprador comete um grande erro de Marketing Digital. Uma dica é usar o Google Analitycs para analisar o alcance do seu conteúdo.

5. Não investir no site da empresa

O site da sua empresa é o seu portal principal. É o local no qual o cliente irá encontrar toda a informação e conteúdo que ele precisa, tudo de forma fixa e aprofundada.

Focar em posts de redes sociais e deixar o site de lado é um dos erros mais comuns entre pessoas que almejam sucesso no Marketing Digital

É importante entender o site como o seu principal meio de trabalho. Isso porque é principalmente por lá que você vai publicar o seu conteúdo completo, fazer as suas chamadas para ações e reter clientes.

O cliente que confia na excelência do seu trabalho é visitante assíduo do seu site.

6. Não promover o conteúdo

Acabamos de falar que o site da empresa é importante, ok. Mas isso não quer dizer que devemos esquecer da relevância das redes sociais.

Esteja presente em todas as que fazem sentido para o seu negócio e promova o seu conteúdo por lá. Faça campanhas, use uma linguagem adequada a cada uma e seja solícito.

Clientes costumam interagir pelas redes sociais, quanto mais presente você estiver, melhor. A empresa que não é frequente nas redes sociais pode parecer desatualizada. Não cometa esse erro.

7. Focar na importância da empresa e não do produto

O cliente não quer saber o quanto a sua empresa é maravilhosa ou sobre como a história de vocês é tocante. Ele quer saber se o problema dele será solucionado e se a empresa é relevante no que ele procura.

Invista em informação e conteúdo para que essa necessidade seja suprida. Se você for excelência no ramo em que trabalha, todos saberão como é a sua empresa. E não vai ser por você ter contado e sim porque o cliente descobriu isso sozinho.

8. Não conhecer as buyers personas da empresa

É importante saber quem são os seus potenciais clientes. A partir daí você começa a trabalhar de acordo com o que essas personas procuram.

Muitas empresas cometem o erro de não fazer uma pesquisa sobre o que os seus clientes esperam e qual o perfil deles, daí o provável motivo da empresa não gerar leads.

Utilize essa ferramenta incrível para criar suas buyer personas.

9. Não entender a jornada do cliente

Usar Marketing Digital requer atenção na jornada do cliente. Algumas empresas deixam esse item de lado. Se você não entende em qual estágio o seu possível cliente está, como vai criar um conteúdo que traga ele para a sua empresa?

A jornada se divide em 3 estágios

  • Awareness: Quando o cliente descobre que tem um problema e começa a querer aprender sobre ele.
  • Consideration: Quando entende o problema e consegue algumas informações sobre como resolvê-lo.
  • Decision: Decisão de compra, quando o cliente está no momento da ação e decide o que fazer para resolver o problema.


Empreendedores que não compreendem a jornada do cliente criam conteúdos errados para as suas personas.

10. SEO – Não investir nos mecanismos de busca

Você já viu aqueles posts de empresas lotados de tags e se sentiu confuso? Fica claro que essa empresa não entende muito bem como o SEO (Search Engine Optimization) funciona.

No caso do uso de palavras-chave, deve-se ter muito cuidado na hora de inseri-las ao longo do seu conteúdo. O ideal é fazer a linkagem de forma natural e útil para o visitante.

Para ranquear o seu blog corporativo é preciso investir em otimização. Foque em palavras-chave long tail também, pensando no geral para o específico. Por exemplo, se você fizer um post sobre dietas, ao invés do título ser “Dietas Milagrosas”, você pode colocar “Como Emagrecer Com Dietas Milagrosas”.

Percebe como é mais específico? A chance do seu blog aparecer na segunda pesquisa é muito maior do que na primeira.

Link Building

Sempre que fizer um post procure interdisciplinaridades no seu próprio conteúdo, linkando assuntos parecidos, assim você aumenta o tráfego dentro da sua própria plataforma.

11. Não produzir conteúdo relevante

Aqui podemos usar o mesmo argumento do SEO. O que mais tem na internet é conteúdo, e de todos os tipos. Se a sua empresa produz conteúdo superficial vocês serão só mais uma no mercado.

Seja especialista na sua área, assim quando o cliente pensar no produto que você produz ele vai saber que você entende do assunto.

Um exemplo: Igor é vendedor de um depósito de construção. Ele vendeu uma torneira para o João, e o cliente quer ajuda. João não sabe instalar essa torneira, seria legal se o Igor soubesse dar dicas para ele.

Porém, Igor não tem essas informações mais práticas e aprofundadas, ele só sabe informações superficiais dessa torneira: a marca, o preço e algumas utilidades.

Você tem alguma dúvida de que se o Igor soubesse explicar com mais profundidade como usar esse produto, João ficaria muito mais satisfeito e teria em Igor uma referência?

Assim funciona com conteúdo. Tenha domínio em relação ao seu produto e se torne referência relevante na sua área.

12. Não prestar atenção na concorrência

Acontece muito. Algumas empresas ficam ilhadas em seus mundinhos e esquecem de pesquisar o mercado, analisar ações alheias e acompanhar o novo. Isso não tem a ver com copiar ideias da concorrência ou algo do tipo.

Prestar atenção no conteúdo da concorrência é importante para medir o seu próprio trabalho. Às vezes você pode enxergar erros e acertos na estratégia deles que você poderia evitar ou melhorar. É questão de estar ligado em tudo que acontece na sua área. Fique antenado!

13. Não cuidar do layout

Todo mundo já entrou em um site com um layout de doer as vistas, nessa hora tudo que você quer é achar o “x” e fechar a janela.

Acontece que algumas empresas produzem conteúdo relevante e ações atrativas, mas pecam no layout do site,blog, CTA ou da landing page.

Foque em cores mais claras, use imagens bem posicionadas, escreva títulos com clareza e pense na escaneabilidade do texto. Além disso, analise tudo o que fizer no site da empresa.

 

Por exemplo, se o seu CTA não está gerando leads, que tal mudá-lo de lugar? Talvez o posicionamento não esteja chamativo. Verificar os resultados das suas estratégias é indispensável no Marketing Digital.

Alcance seus resultados. Saiba como!!!

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