07 jul As métricas-chuchu e a proposta de “valor das referências do cliente”

Você já deve ter ouvido a expressão “comer chuchu e arrotar peru”. Quando o assunto é métrica, essa expressão popular pode ser aplicada em muitas empresas – e o que não falta no Brasil é gente que fantasia métricas-chuchu como pomposos perus…

Métricas não passam de ferramentas de medição e, como todas as ferramentas, podem ser bem ou mal utilizadas. E podem fazer muito bem… ou muito mal para a empresa.

Utilizar métricas na definição dos processos e monitorá-las de forma profissional é uma ótima forma de buscar o sucesso de um projeto, realizando eventuais ajustes durante o percurso.

Manipulando resultados

Este é o bom uso das métricas. Mas e aquelas pessoas menos comprometidas, mais interessadas em benefícios próprios do que no bem da empresa? Elas também podem usar as métricas a seu favor. Com amostragens controladas, métricas podem ser manipuladas. Em casos mais extremos, métricas são maquiadas desde que não haja uma auditoria para investigar como foram “atingidas”.

Esta última técnica, apesar de deplorável, infelizmente é bastante utilizada quando mais de um nível da hierarquia está envolvido. O “líder” e o “liderado” acordam as métricas e os benefícios, o “líder” endossa o número pré-fabricado, contando que ninguém num nível superior a ele irá descer até o nível do liderado para descobrir que aqueles números não existem.

Dessa forma, ferramentas interessantes como o Net Promoter Score (NPS) – que indica a propensão dos clientes a recomendar seu produto/serviço/empresa – podem ser manipuladas simplesmente pela forma de fazer a pergunta ao pesquisado.

Quando o objetivo é obter um bom resultado para garantir uma promoção (ao invés de pesquisar a real situação do mercado), a metodologia vai por água abaixo.

Associando métricas à realidade

O brilhante Brian Solis cita em seu livro “Engage” a questão de métricas mais palpáveis propostas por Dr. Kumar, sob o acrônimo CRV – Customer Referral Value, ou “valor das referências do cliente”.

Novas métricas tornam-se necessárias porque o NPS é uma forma relativamente subjetiva de medir resultados. Então fica o exemplo da pergunta: “Você poderia propor esta solução a outras pessoas?“. O pesquisado pode responder afirmativamente (ainda mais se a pergunta for direcionada ou estimulada) e não recomendar, efetivamente, o produto/serviço/empresa.

Dr. Kumar sugere que a métrica esteja associada a ações reais e palpáveis, coisas que efetivamente aconteceram. A partir desse fator, podemos alterar a pergunta para “Você de fato recomendou o produto/serviço/empresa?”. E vai além: “Essa pessoa [que recebeu a recomendação] tornou-se um cliente?”

Claro que sem comprometimento (e sem auditoria), esse processo também pode ser fraudado. Porém é uma forma de chegar mais perto do conceito de CRV, gerenciando cada cliente com base na sua capacidade de gerar lucro indireto para a empresa.

 

Créditos:Luciano Palma

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02 jul Comparativos de mercado do Google Analytics

O período de comparação  é de 1º de novembro de 2010 a 1º de fevereiro de 2011. A comparação é realizada com base nos dados de 1º de novembro de 2009 a 1º de fevereiro de 2010. Não são informadas as métricas absolutas, como o número total de visitantes, as visualizações de páginas ou as conversões de todos os websites que ativaram o compartilhamento.

Para simplificar, a palavra “websites” representará “os websites que ativaram o compartilhamento anônimo de dados com o Google Analytics”.

Métricas do site

Em comparação com um ano atrás, os websites apresentaram uma redução de páginas por visita, tempo médio no site e taxa de rejeição.

1/11/09 – 1/2/10 1/11/10 – 1/2/11 Diferença
Páginas por visita 4,9 4,5 -0,4
Taxa de rejeição 48,2% 47,0% -1,2%
Tempo médio no site 5:49 5:23 -0:26

Detalhamento por região geográfica

Nosso banco de dados anônimos agregou detalhamentos geográficos no nível do país. Veja alguns países representativos e suas respectivas métricas agregadas. O primeiro número em cada célula representa a métrica para o período de 01/11/10 a 01/02/11. O número entre parênteses é o delta anual comparado com um ano atrás.

País Páginas por visita Taxa de rejeição Tempo médio no site
Estados Unidos 4,7 (-0,1) 42,5% (-6,1%) 6:06 (-0:10)
Reino Unido 4,9 (-0,3) 41,5% (+0,2%) 5:38 (-0,27)
França 4,4 (-0,4) 49,7% (+1,4%) 4:40 (-0:08)
Brasil 4,1 (-0,1) 47,8% (-2,9%) 5:20 (+0:03)
China 4,1 (-0,1) 58,2% (+1,0%) 3:46 (+0:37)
Japão 3,9 (-0,1) 48,6% (-9,0%) 3:47 (-2:59)
Para a taxa de rejeição, a distribuição por pais é indicada abaixo:
A distribuição acima é anotada com alguns países, que parecem indicar um histórico de lazer e um estágio de desenvolvimento econômico. Para uma métrica relacionada: tempo médio no site, a distribuição por país está descrita no gráfico abaixo:

Os tipos de países que constam no gráfico de tempo no site acima parecem estar em ordem inversa em relação aos que constam na distribuição da taxa de rejeição.

Detalhamento por origens de tráfego

As origens de tráfego abaixo são identificadas pela forma como os servidores de coleta do Google Analytics recebem os parâmetros “origem” e “mídia”. Leia este artigo que descreve a que se referem esses termos.

Origens de tráfego Páginas por visita Taxa de rejeição Tempo médio no site
Direta 4,0 (-0,5) 47,2% (-4,0%) 5:21 (-0:07)
Referência 5,0 (+0,1) 43,1% (-1,1%) 6:36 (-1:48)
Pesquisa orgânica 4,9 (-0,1) 47,9% (-1,1%) 4:43 (+0:06)
Pesquisa de CPC (custo por clique) 5,6 (+0,0) 41,4 (-1,7%) 3:57(+0:07)

Distribuição da taxa de conversão

A métrica favorita de vários profissionais do marketing é a taxa de conversão. Veja a distribuição global da taxa de conversões de meta do Google Analytics por país.

Alguém teria imaginado que os países conhecidos pelas conversões também possuem uma taxa de conversões de meta alta por parte de sua população? Para alguns países com baixa população, a relevância estatística da métrica de conversão é duvidosa.

Origens de tráfego

As origens de tráfego abaixo são identificadas pela forma como os servidores de coleta do Google Analytics recebem os parâmetros “origem” e “mídia”. Leia este artigo que descreve a que se referem esses termos.

Porcentagem de visitas das origens 1/11/09 – 1/2/10 1/11/10 – 1/2/11 Diferença
Direta 36,5% 36,8% +0,3%
Referência 21,0% 19,4% -1,6%
Mecanismos de pesquisa 27,0% 28,0% +1,0%
Outros 15,5% 15,8% +0,3%

Sistemas operacionais

Os navegadores e SOs (sistemas operacionais) estão identificados pela string “referenciador” enviada pelos navegadores dos usuários.

Porcentagem de visitas dos sistemas operacionais 1/11/09 – 1/2/10 1/11/10 – 1/2/11 Diferença
Windows 89,9% 84,8% -5,1%
Macintosh 4,5% 5,2% +0,7%
Linux 0,6% 0,7% +0,1%
Outros 5% 9,3% +4,3%


 

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01 jul Ferramenta cria sites móveis para Android de forma rápida, fácil e gratuita

Google Sites Mobile permite a criação de páginas móveis mesmo que o usuário não tenha conhecimento de programação

A Google não para. A empresa mal anunciou o Google+, e já lança outra ferramenta que promete facilitar a vida de muitos usuários. O Google Sites Mobile dá a opção de criar sites comerciais para smartphones de forma simples, fácil, rápida e sem precisar ter nenhuma experiência em web design. A empresa afirma ser possível criar um site em apenas alguns minutos.

A ferramenta possui 5 modelos prontos, mas também é possível criar seu próprio layout.  O serviço ainda disponibiliza o Google Analytics, que permite ao usuário saber a quantidade de acessos às páginas. O Google Sites Mobile não é muito elaborado e cheio de recursos, mas cumpre o prometido e permite que os donos das empresas expandam seu negócio para a internet móvel, trazendo o sucesso para mais perto deles.

Crie agora o site móvel de sua empresa ou veja abaixo um vídeo demonstrativo do serviço:

 

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01 jul Veja como funcionam os Círculos do Google+

Espinha dorsal do serviço, função agrupa amigos em círculos de amizades e ajuda na escolha de quem receberá o conteúdo publicado

Outra opção na página inicial do Google+ é a dos Círculos. É um lugar para você dividir seus amigos de acordo com gostos, interesses, ou o que você quiser. É a espinha dorsal de todo o serviço: o Google+ funciona a partir dos círculos.

Eles são mais ou menos como grupos. Você pode criar um e colocar diversos amigos que também se conheçam, ou que possam ter de alguma forma gostos parecidos. É possível adicionar amigos em quantos círculos você quiser. Suas atualizações voltadas para esses grupos serão vistas apenas por quem faz parte deles.

Por exemplo, ao escolher no Stream para enviar conteúdo para o círculo “Família”, apenas as pessoas que você colocou nesse grupo poderão ler e interagir com o que você escreveu. O conteúdo não será visível para os outros.

E, para adicionar amigos a círculos, não é apenas escolher quem vai para onde. O Google+ tem uma interface interativa para isso: você segura o amigo que quer jogar em algum grupo e carrega a foto até lá.

E não se preocupe com os nomes dos grupos que você utilizar para organizar seus amigos: eles não vão ficar sabendo. Você pode adicioná-los a qualquer grupo sem que opinem, dividindo seus contatos da maneira que achar melhor. As pessoas também podem participar de mais de um grupo – por exemplo, trabalho e amigos.

 

Fonte:OlharDigital

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01 jul Veja como funciona o ‘Sparks’ do Google+

Selecione assuntos do seu interesse para acompanhar no Google+, e discuta tópicos com quem também gosta dos temas

Ao clicar no botão “Sparks”, na tela inicial, várias imagens vão aparecer. Na barra principal (veja na foto abaixo) você digita o tema de interesse e clica em “Add Interest”. A partir daí, os assuntos de seu interesse ficarão armazenados e tudo o que tiver rolando sobre o tema na internet vai aparecer para você.

Seja vídeo, imagem ou texto, você pode compartilhar com seus amigos e círculos. No mesmo esquema do Hangout, você digita o nome de alguém específico ou escolhe os grupos com os quais você quer compartilhar a publicação. Assim como no Feed de Notícias do Facebook e do próprio Stream do Google+, é possível escrever algum comentário em cima do post que você vai compartilhar.

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